Richie Kotzen: Veja o clipe de ‘You’, do novo álbum, ‘Cannibals’

O stream em vídeo logo abaixo é de ‘You‘, nova faixa de RICHIE KOTZEN [THE WINERY DOGS, POISON, MR. BIG], composta por sua filha, August, que a escreveu ao piano muitos anos atrás. Ele escreveu a letra apenas recentemente. A faixa é do novo álbum do virtuoso, ‘Cannibals‘, que sai no Japão em novembro próximo.

 

 

 

Billy Idol: Assista ao novo clipe do cantor, “Can’t Break Me Down”

Abaixo, o novo vídeo oficial do cantor bretão BILLY IDOL, dessa vez para a faixa “Can’t BreakLL Me Down”, integrante do álbum “Kings And Queens Of The Underground”, lançado mundialmente essa semana. O disco é o primeiro de Billy desde “Devil’s Playground”, de 2005 e tem recebido excelentes resenhas pela crítica especializada.

 

 

Metallica: Chris Jericho defende o direito da banda gravar ‘Lulu’

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O frontman do FOZZY, CHRIS JERICHO, está entre os muitos fãs do METALLICA que não gostaram do álbum híbrido [plástico + dejeto] ‘Lulu’, mas está feliz por o terem feito.

A controversa colaboração com LOU REED foi quase que unanimemente execrada quando lançada em 2011, com muitos seguidores exigindo saber o porquê de eles não terem se concentrado em gravar um sucessor para ‘Death Magnetic’, de 2008, ao invés do projeto. Antes de sua morte, n ano passado, Reed admitira que o trabalho tinha resultado em ameaças de morte vindas de alguns fãs de thrash mais ensandecidos.

Mas Jericho argumenta que o projeto prova a grandeza do Metallica. Ele disse essa semana. “Você quer manter as coisas frescas se você quiser algum tipo de longevidade. Você não pode fazer a mesma coisa sempre, uma atrás da outra. Eu acho que o consenso geral é que os Beatles são a melhor banda de todos os tempos. E por que? Porque você nunca sabia o que ia acontecer. Não haviam restrições, nada de regras sobre quem eles eram como banda ou o que eles fizessem ou quisessem ser. Vejam o Metallica. O disco que eles fizeram com Lou Reed, as pessoas o enterraram, o odiaram. Não era muito meu tipo de som. Mas o conceito de eles o gravarem, eu amei, porque….por que não? Se eu estivesse no Metallica e quisesse gravar um disco com Lou Reed, pode ter certeza que eu o faria, porque eu posso – e só isso que importa pra mim.”

Dave Mustaine: músico tem nova teoria sobre sumiço da sogra

Mustaine

O líder do MEGADETH e ativista de direita DAVE MUSTAINE e sua família ainda estão procurando por sua sogra, desaparecida há alguns dias e o músico agora acredita que ela foi ‘pega’ por alguém logo depois de ter sumido.

Ele disse ao programa radiofônico ‘Bob And Coe Show’, de São Diego, que a procura por Sally Estabrook tem sido bastante abrangente até agora e não surtiu resultados, o que o leva a concluir que sua sogra, que sofre de Alzheimer, foi feita cativa por alguém que a avistou.

Ele explica: “Ela simplesmente sumiu. Eles levaram cães perdigueiros, cães farejadores de cadáveres, eles usaram helicópteros, motos, quadriciclos… todo mundo. E é por isso que agora estamos apelando para a comunidade, expandindo o perímetro e tentando fazer com que as pessoas fiquem alertas a isso, porque alguém a pegou. Não há como uma mulher de 76 anos possa desbravar uma trilha até uma montanha ou algo assim. Então alguém foi gentil e tentou ajuda-la. E estamos pensando que a pessoa que a acolheu está com medo por achar que tenha feito algo errado. Não nos importamos. Só queremos saber onde ela está.”

Ele ainda diz suspeitar que a pessoa pode não se manifestar por temer represálias, e acrescenta que ele não quer complicar a vida de ninguém. “Mesmo o criminoso mais terrível tem uma mãe, e quando eles estão dirigindo e vendo essa senhora, a pessoa poderia ter encostado e ter uma ficha criminal e não poder dizer nada. Poderia ser alguém de ascendência latina que está aqui sem documentação e está com medo de ser deportado. Pode ser muita coisa. Não nos importamos com qual é a situação. Apenas nos ajudem a achar a mãe de minha esposa.”

 

 

World Of Metallicraft: e se o Metallica jogasse World of Warcraft?

Texto original e completo: edição inglesa online da revista especializada METAL HAMMER

Conforme já amplamente divulgado, o METALLICA fechará a BlizzCon 2014. Se você for um dos –poucos – sortudos que conseguiram comprar um ingresso para o último dia, já deve ter se informado e sabido que artistas que se apresentaram anteriormente na BlizzCon – entre eles OZZY OSBOURNE – já confessaram ser fãs do [jogo] WORLD OF WARCRAFT. Ainda não se sabe se algum membro do Metallica joga WoW, mas e se eles o fossem? Uma coisa é certa: eles não fariam parte da facção Alliance. A ferocidade da música deles se encaixa melhor com a Horde.

James Hetfield

Raça: Orc
Classe: Hunter
Provável nome do personagem: Hetfield WarMouth

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Lars Ulrich

Raça: Goblin
Classe: Death Knight
Provável nome do personagem: The Unholy Uhls

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Kirk Hammet

Raça: Undead
Classe: Warlock
Provável nome do personagem: Hammeth The Silent

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Robert Trujillo

Raça: Tauren
Classe: Warrior
Provável nome do personagem: Robert Trujillo

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Áudio: Você realmente sabe como escutar sua música? – Parte I

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Texto original de autoria do Dr. Jules Coleman para o site Audio Buzz

Eu tenho escrito resenhas de conteúdo e equipamento de áudio por quase duas décadas e durante esse tempo, eu tive a sorte de ter ouvido e possuído mais do que a minha cota de equipamento de ponta. Antes de me aposentar recentemente da Universidade de Nova Iorque, eu fui honrado ao me tornar membro do Clive Davis Institute of Recorded Music. Eu vi parte do futuro enquanto inovadores trabalham para criar reproduções musicais em 3D a partir de discos em 2D. Resumindo, eu fui submergido profundamente no mundo da música gravada por um período razoavelmente longo de tempo – de vários modos e em vários níveis.

As técnicas de gravação nunca foram mais sofisticadas, mas é muito menos claro que os resultados tenham melhorado significantemente, se é que melhoraram. As melhores gravações são, sem dúvida alguma, tão boas ou melhores do que elas jamais foram antes, mas em média, os registros não estão melhores se levarmos em conta o que todos os sofisticados engenheiros e suas técnicas, mixers e engenheiros de masterização ostentam em seus trabalhos.

Eu jogo bastante golfe – eu sei, sem risos, por favor. E verdade seja dita, eu sou muito bom, apesar de que a certa altura, eu fui consideravelmente melhor do que sou agora. O equipamento de golfe é tecnicamente muito mais avançado do que jamais foi. Há claramente mais excelentes jogadores de golfe do que jamais houve. Também há mais professores de golfe do que jamais houve em diversos graus de competência, temo eu. A real é que os comentaristas esportivos na cobertura da TV sabem menos sobre os aspectos técnicos do golfe do que vários golfistas sérios. Isso não quer dizer que eles não possam orientar. Afinal, a maioria deles já está treinando jogadores muito bons e tudo que é exigido deles é que eles façam melhoras marginais [o que pode fazer uma enorme diferença no desempenho] e não foder muito com os jogadores.

Isso me lembra de quando eu fui pra pós-graduação em Filosofia na Universidade Rockfeller. Tínhamos algo entre 10-15 estudantes no programa e um número igual de professores – todos reconhecidos em seus meios.

Nossa educação na faculdade ficou entre não-existente e muito boa. Não havia currículo discernível e nenhum programa pelo qual pudéssemos proceder. Ríamos muito disso. Muitos anos depois eu fui colega de alguns de meus antigos professores dos dias da Rockfeller e fora revelado a mim por eles que a estratégia acadêmica básica que definia o programa era mais ou menos essa: nossos alunos entram na pós entre os mais inteligentes de seus campos. Não vamos estraga-los. Vamos nos assegurar de que eles possam ser tão criativos e perspicazes como eles eram quando entraram.

E é assim na instrução de golfe entre os técnicos famosos que ensinam todos os melhores jogadores.

O ponto-chave do curso é lembrar que a vasta maioria dos golfistas – mesmo com todos os avanços técnicos nos equipamentos e ferramentas de ensino – não são melhores na média do que eram 20 anos atrás. As deficiências em média não foram diminuídas, e isso inclui as deficiências medianas do número crescente de jogadores muito, muito bons cujas deficiências foram dramaticamente aplacadas. No golfe, pelo menos, o teto subiu, mas o chão despencou.

Na fonografia, os avanços técnicos elevaram o chão em vários domínios, e enquanto houve várias inovações na técnica que irá fornecer oportunidades para o real avanço, a verdade é que o teto não foi muito erguido.

As técnicas não melhoraram muito, já que se trata de um caso de serem mais acessíveis a custos razoáveis. Tem havido um achatamento da produção e na qualidade da engenharia que os outros podem até considerar como um tipo de ‘democratização’. A parte boa disso é realmente ótima, mas há um declive acentuado depois disso, e a maioria é simplesmente passável. As mãos e ouvidos criativos são poucos e não interagem entre si.

Se passarmos do processo de gravação para o sistema de reprodução, a situação é apenas marginalmente diferente, mas de modo crucial. Minha experiência é que é muito fácil montar um sistema absolutamente desfrutável por um preço razoável. As pessoas, claro, diferem no que tange a ‘preço razoável’ e eu entendo isso. Houve um tempo em que eu estava bem de dinheiro [não durou muito] e eu achava que 50 mil dólares era um valor, se não razoável, pelo menos não irracional. E claro, o mundo está cheio de gente que compra automóveis que custam três vezes mais do que isso e casas e apartamentos que equivalem a muitos múltiplos disso.

O principal conceito não é o preço, mas o valor relativo medido subjetivo. A reprodução fonográfica, assim como itens de luxo geralmente devem ser avaliados por seu valor relativo – e de modo subjetivo. Diferentemente de pinturas ou outras obras de arte em torno dos quais uma prática até certo modo crível de avaliação objetiva é válida – as práticas que crescem em torno da análise do valor de equipamento de áudio são, pelo menos a meu modo de ver, não muito merecedoras de crédito. Não há quase nenhum ofício nelas; muito menos meios de educar-se. Há mais corrupção do que deveria haver, e quase sem mecanismos para combate-la. Há poucos padrões e até menos portadores e guardiães de padrões. Eu poderia continuar, mas não teria motivo. Eu apenas aborreceria às pessoas sem necessidade.

 

Continua…

 

 

Anthrax: ‘O rock passa muito bem e nunca morrerá’, diz Scott

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O guitarrista do ANTHRAX, SCOTT IAN, afirma que GENE SIMMON$ só acredita que o rock esteja morto porque ele só pensa pelo prisma dos negócios.

Ao invés disso, ele argumenta, o gênero está vivo e vai muito bem – e sempre viverá.

Mês passado, Simmon$ disse que os downloads ilegais e falta de apoio da indústria haviam matado o rock, mas ele teve uma reação em massa imediata de vários músicos, incluindo DEE SNIDER e SLASH.

Agora, Ian entrou na discussão, dizendo à rádio WHEB-FM: “Eu acho exatamente o contrário. Eu não olho para as coisas do ponto de vista corporativo como Gene faz. Apenas pelo fato de a mídia poder não estar prestando atenção como prestava, ou as gravadoras estarem procurando pelo próximo astro pop de 16 anos. Pra mim, o rock nunca estará morto, desde que haja bandas que queiram tocar esse tipo de música. Não tem nada a ver com o que a mídia está enfiando na garganta do povo. Eu nunca olhei por esse prisma, porque nunca precisamos das rádios e nunca precisamos da MTV para fazer o que fazemos. Tudo o que fazemos e compor as melhores músicas que podemos e temos sido o melhor que podemos ao vivo por mais de 30 anos. E é por isso que o rock nunca morrerá. Não tem nada a ver com a mídia, não tem nada a ver com negócios. Só tem a ver com bandas tocando músicas de suas entranhas, e é só isso que importa pra mim.”

 

 

Ozzy: Desdém declarado por antigo primeiro-ministro bretão

OZZY OSBOURNE descreveu seu encontro com o ex-primeiro ministro britânico TONY BLAIR – e como não ficou nem um pouco impressionado.

O ‘Príncipe das Trevas’ recorda ter tido uma conferência com Blair quando o líder do partido trabalhista inglês estava levando o Reino Unido para a guerra no Iraque, e o deixou com uma opinião ainda mais negativa do que ele já fazia do político.

Na segunda parte de uma série de vídeos para o site Noisey – na qual Ozzy é entrevistado por seu filho JACK – o ícone do BLACK SABBATH discute seu ouvido apurado para melodia, líderes religiosos e políticos.

Ele diz: “Eu conheci Tony Blair certa vez e ele ficou me olhando. Ele veio até a mim, e isso foi logo quando a guerra do Iraque havia começado, e eu achei que ele fosse dizer, ‘Você poderia fazer muito bem a esse país compondo uma música para os soldados’, ou algo do tipo. Mas ele mandou, ‘Você sabia, eu já fui de uma banda, mas eu não conseguia tocar os acordes certos de ‘iron Man’.

E eu fico tipo, ‘É só isso que você tem a dizer?’ Nós votamos nessas pessoas e elas parecem nunca cumprir toda a merda que prometem para entrar no cargo.”

Solicitado por Jack para revelar o segredo de seu sucesso, tanto no Sabbath como artista solo, Ozzy diz que ele dá tudo de si em cada sessão de gravação.

Ele declara: “Quando eu vou pro estúdio, eu nunca entro tipo, ‘Quer saber, eu tô afim de fazer um disco ruim da porra’. Tem vez que isso acontece, mas tem vezes que não. Eu gravo um álbum, deixo ele de lado por algumas semanas e daí eu o ouço.”

Eu não toco nenhum instrumento, eu não entendo de música. Eu crio as melodias.  Esse é meu único talento.”

 

Anthrax: gravadora não deixou que Corey Taylor fosse vocalista da banda

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O líder do SLIPKNOT e do STONE SOUR, COREY TAYLOR, é um homem de vários projetos, mas em certo momento de sua carreira, ele quase se tornou o frontman do ANTHRAX. Durante uma recente participação no podcast ‘Talk Is Jericho’ com CHRIS JERICHO, Taylor entrou em detalhes sobre como quase rolou de ele ser o vocalista da veterana banda de NYC e como ele ficar aborrecido por isso não ter se concretizado.

Taylor diz que a ideia começou depois de ele ser convidado para juntar-se a FRANK BELLO em uma performance acústica em NYC. Ele contou a Jericho, ‘Começamos a fazer um som e nos divertimos muito e fomos jantar em algum canto e alguém, não sei quem, disse brincando, ‘por que você não canta pra gente?’ E todos rimos e daí ficamos em silêncio e concluímos, ‘Bem, por que não canto mesmo?’

Isso aconteceu em um momento entre o álbum ‘Come What [Ever] May’ do Stone Sour e ‘All Hope Is Gone’, do Slipknot. Também se passou não muito tempo depois que o Anthrax tinha demitido DAN NELSON. “Eles ficaram tipo, ‘Não sabemos o que fazer’”, diz Taylor. “Eu espero que ele tome um tiro na rótula ou algo assim pelo jeito que ele tratou aquela banda”, emenda o vocalista, logo antes de retirar o que diz.

Taylor já tinha uma longa relação com a banda àquela altura do campeonato e considerara compor algo com eles por várias ocasiões ao longo dos anos. Ele conta, “Com o Anthrax, é tudo muito deprimente porque eu estava literalmente pronto para ir de avião até Chicago para começar a compor com eles. CHARLIE BENANTE e SCOTT IAN tinham me mandado um monte de material e eu estava escrevendo a letra em cima e muito dele acabou em ‘Worship Music’. Não com as minhas letras, mas as músicas, então quando eu o ouvi, pensei, ‘Eu reconheço isso, eu reconheço aquilo.’”.

Infelizmente para Taylor, a gravadora Roadrunner interveio e não permitiu que ele o fizesse, já que eles estavam apressando o Slipknot para que lançassem ‘All Hope Is Gone’.

O vocalista agora conclui: “Analisando agora, eu fico feliz por ter sido do jeito que foi, mas ainda é uma merda porque eu queria muito. Eu amo aqueles caras. Mas eles voltaram com Joey Belladonnna e aquele disco é fabuloso. ‘Worship Music’ é uma das razões pelas quais pegamos Jay Ruston para mixar o disco ‘House Of Gold And Bones’.”

 

 

 

Paul Stanley: ‘O Ki$$ continuará por muito tempo depois de mim’

PAUL STANLEY afirma que fora um erro apresentar os personagens ‘Raposa’ e ‘Guerreiro’ e insiste que os quatro personagens clássicos da banda continuarão por muito tempo depois que ele morrer.

Quando PETER CRISS e ACE FREHLEY deixaram a banda no começo dos anos 80, seus personagens ‘Homem-Gato’ e ‘Homem do Espaço’ foram aposentados e substituídos por ERIC CARR como a Raposa e VINNIE VINCENT como o Mago, ou o Guerreiro Egípcio.

Mas os atuais membros TOMMY THAYER e ERIC SINGER retomaram os personagens Spaceman e Catman, e Stanley agora diz que o Ki$$ esteve em perigo ao se aventurar em território ainda mais ridículo, termo bastante apropriado para qualquer coisa associada ao grupo desde o fim dos anos 70.

Ele disse ao site The Joe Rogan Experience: “Eu acho que o caldo entornou pela primeira vez quando substituímos Peter e decidimos que precisávamos de um novo personagem. E o problema com esse tipo de coisa é que começou a ficar – interessantemente, eu diria – falso. Adquiriu um ar de falso ao se tornar uma mistureba. Quero dizer, tínhamos uma raposa e um guerreiro egípcio. Depois teríamos o menino tartaruga e o homem-sapo. Então acho que quando trouxemos Ace e Peter de volta para a turnê de reunião, que eu esperava que durasse para sempre – em outras palavras, eu esperava que todo mundo se reunisse, todo mundo veria o erro em suas respectivas posturas e seguiríamos em frente e ficaríamos juntos para sempre. Mas quando não rolou, eu pensei, nós realmente construímos essas quatro imagens. E, possivelmente, você pode ir a qualquer lugar no mundo e as pessoas sabem quem é o Ki$$, sabendo elas ou não quem seja cada pessoa. Portanto, desistir disso porque achamos que aqueles caras não eram mais capazes ou dispostos a dar 100% de si, bem, então quem sai perdendo? Os fãs. Então não. Aquelas imagens são as imagens que continuarão quando eu não estiver mais lá também.

 

 

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