Led Zeppelin: Page teria recusado projeto acústico com Plant

A maioria dos fãs de LED ZEPPELIN parece já ter entendido – mas não se conformado – que ROBERT PLANT simplesmente não está interessado em se reunir com os demais membros do grupo, seja para compor ou uma turnê. Mas isso não tem impedido JIMMY PAGE de lançar especulações à imprensa, e Plant agora já demonstra sua irritação com isso.

Plant, que anteriormente aconselhara Page ao baixista JOHN PAUL JONES que ‘seguissem em frente’, ele ainda insistiu que havia ‘zero de chance’ de que uma reunião acontecesse um dia e até sugeriu que Page deveria ‘tirar uma bela soneca’, agora teve que reconjecturar sobre o tema em entrevista à revista bretã UNCUT.

Confrontado com os últimos comentários de Page, que acusam a Plant de ‘fazer joguinhos’ com o assunto reunião e brincadeiras sobre sair em turnê com outro vocalista, ele mandou: “Eu me sinto mal por ele. Ele sabe que sai nas manchetes se assim o quiser. Mas eu não sei o que ele está tentando fazer. Então eu me sinto levemente desapontado e perplexo”.

De acordo com Plant, ele até tentou colaborar com Page em um passado recente. “Alguns anos atrás, eu disse, ‘Se você quiser algo acústico, me diga. Eu penso no assunto’, lembrou. ‘Não deu em nada. Ele saiu andando. Mas não conseguiríamos fazer nada direito. O peso das expectativas é grande demais.’

 

 

Duff McKagan: fã confesso, baixista assiste ao Mötley Crüe nos EUA

Ambos oriundos da cena musical de Seattle, os baixistas NIKKI SIXX [MÖTLEY CRÜE, SIXX:A.M.] e DUFF MCKAGAN [GUNS N’ ROSES, VELVET REVOLVER, LOADED, WALKING PAPERS] sempre tiveram sua trajetória entrelaçada desde que se estabeleceram em Los Angeles e participaram da ascensão de suas respectivas bandas originais ao panteão-mor do hard rock angeleno da década de 80.

O Guns N’ Roses de McKagan chegou a abrir, durante sua primeira turnê nacional pelos EUA, para o Mötley Crüe de Nikki Sixx quando este promovia o álbum ‘Girls Girls Girls’. A socialização entre os meliantes de ambas as formações acabou com uma overdose de Sixx por heroína e uma fratura na mão do baterista STEVEN ADLER.

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Tanto Duff como Sixx sempre tiveram posturas parecidas em suas bandas, tomando a frente dos negócios e decisões sobre o futuro e as estratégias a serem seguidas, e tamanha similaridade também se traduziu em afinidade.

Fã confesso do Crüe – a quem já definiu como ‘o show de rock a ser assistido’ em sua coluna no periódico Seattle Weekly – Duff compareceu a uma das apresentações da atual turnê de despedida da banda em Seattle, onde acompanhado de sua esposa, a modelo Susan Holmes McKagan, pôde conferir ao que deve ser a derradeira performance do grupo naquela cidade.

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O casal ainda confraternizou na coxia com Sixx e sua atual esposa, Courtney.

 

Ratt: fãs começam movimento para substituir vocalista da banda

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Após uma deveras explicitada arenga interna que constrangeu o RATT perante aos fãs no começo desse ano, quando o vocalista STEPHEN PEARCY e o baterista BOBBY BLOTZER terem trocado ofensas pela mídia à ocasião do desligamento de Pearcy do grupo, agora é um grupo de fãs mais ferrenhos que se mobiliza para extirpar definitivamente o crooner do ARCADE da agremiação.

A movimentação começou nos fóruns dedicados ao grupo, e ganhou força quando um engenheiro de som que gravou o Ratt ao vivo em 2013 cedeu o registro de uma apresentação com as pistas abertas e em cima delas, os fãs estão colocando suas próprias vozes por cima da de Stephen, e criando demos que eles acreditam que serão levadas em consideração pelo restante dos decanos do hard angeleno quando for a hora de escolher um novo cantor.

De fato, a voz de Pearcy já vem falhando clamorosamente há quase uma década, e isso ficou bastante evidente quando o grupo de apresentou no MONSTERS OF ROCK brasileiro em sua última edição, quando, não fossem a ansiedade e a vontade do público local em ver a banda pela primeira vez, o show teria sido um desastre pela fraca performance dele.

Dentre os bounces postados que se destacam, está o fornecido por RYAN COGGIN. Ele tem 33 anos e mora no Texas, onde gravou – com muita competência – covers de ‘Body Talk’, ‘You’re In Love’ e ‘Round N’ Round’, podem ser ouvidos pelos streams de SoundCloud mais abaixo.

O Ratt ainda não se pronunciou oficialmente sobre um substituto para a posição de frontman.

 

 

Compact Disc: como e por qual motivo nasceu o revolucionário formato

Por DAVE SIMPSON para o THE GUARDIAN

The new CD dazzles 80s consumers

Jacques Heemskerk, pesquisador, Philips

Nos anos 70, a PHILIPS sentiu que o disco de vinil estava chegando ao fim de sua vida, porque ele era grande, empoeirado e riscado. Nos EUA, o mercado musical tinha sido completamente dominado pela fita cassete, mas elas eram usadas principalmente em carros, e tinham péssima qualidade. Então a ideia de criar um disco pequeno que fosse digital, e não analógico, para melhor sonoridade, surgiu.

Quando eu cheguei, a Philips tinha um projeto chamado Video Long Player [VLP] que depois foi rebatizado como LaserVision – que imprimia vídeo em um disco ótico de 12 polegadas e que parecia como um disco de vinil reluzente. Aquilo não decolou, mas foi um DVD primitivo. Ao mesmo tempo, tanto a Philips como a Sony estavam pesquisando novos discos de áudio. Pelo fato de ambas as empresas terem visto o que acontecera no vídeo – onde os rivais VHS e Betamax seguraram um ao outro – combinamos de desenvolver um formato padrão juntas.

A princípio, havia desconfiança de ambos os lados. Mas tão logo você começasse a conversar, você se dava conta de que a outra equipe tinha o mesmo problema e as mesmas experiências. Então você via que não eram tão diferentes assim no fim das contas.

Tendo dito isso, um problema era que os japoneses usam muito a palavra ‘hai’, que quer dizer ‘sim’, para expressarem ‘nós entendemos’ ou ‘sabemos o que quer dizer’. Então era frequente que quando eles dissessem ‘hai’, achávamos que tínhamos chegado a um acordo, mas eles estavam apenas dizendo que haviam nos entendido. Era muito frustrante.

Tivemos dois anos de reuniões e discussões antes de chegarmos ao disco de 12 cm de policarbonato [plástico], com uma camada refletiva armazenando dados lidos por um feixe de laser. Ele portaria até 74 minutos de música – porque o presidente da Sony queria poder ouvir à Nona sinfonia de Beethoven sem interrupções. Quando finalmente chegamos a um denominador comum em 1980, as especificações técnicas foram escritas no ‘Livro Vermelho’. Daí fizemos uma grande festa.

Desenvolvemos os discos e os players ao mesmo tempo, e então licenciamos a tecnologia para outras empresas para que elas fabricassem seus próprios O primeiro player custava 1000 dólares – muito dinheiro em 1982produtos. Uma vez que convencemos a Panasonic, todas as outras abraçaram. O primeiro player custava 1000 dólares – muito dinheiro em 1982 [US$ 2500 nos valores de hoje] – mas depois de uns dois anos o preço começou a cair.

Precisávamos fazer muita divulgação e sabíamos que a música popular seria o maior mercado, mas não podíamos começar com nada extremo, como o punk. Então fiemos um acordo com o DIRE STRAIS para promovê-los: a música deles foi toda posta em CDs, e eles apareceram em pôsteres e anúncios. Quando ‘Brothers In Arms’ tornou-se o primeiro compact disc a vender um milhão de unidades, vimos que havíamos subestimado o quão rápido ele se tornaria o formato dominante. O disco de vinil estava tão estabelecido, e nos EUA parecia inconcebível que o cassete desaparecesse. Mas depois daquilo, as coisas começaram a mudar muito, muito rapidamente,

Quando os CDs chegaram, eu estava decorando minha casa. Então eu decidi me livrar de todos meus discos de vinil e comprar meus discos dos Rolling Stones e dos Beatles em CD. Isso ainda dói. Apesar de eu ter trabalhado no CD, e tecnicamente ele ser melhor, eu não tenho certeza de que as pessoas terão o mesmo calor e apego emocional com eles como eu tinha com o álbum de vinil, com a bela arte gráfica de 12 polegadas.

 

 

Jean Schleipen, pesquisador, Philips

Eu entrei para a Philips no começo dos anos 90 com um PhD em física. Em 1999, o CD tinha se tornado o formato estabelecido e se desenvolvido para o DVD, que tinha sido outra revolução e dominado o vídeo. Os DVDs eram menores e tinham qualidade melhor, e você não tinha que se preocupar com adiantar fitas – você podia achar o ponto que você queria instantaneamente, o que era um divisor de águas.

Então o meu papel era dar o próximo passo, o Blu-ray. Do ponto de vista tecnológico, CDs, DVDs e Blu-rays são a mesma coisa – um disco ótico incitado digitalmente por um feixe de raio laser – mas passar de uma geração para a outra envolveu 10 anos de pesquisa e centenas de engenheiros. A principal vantagem do Blu-ray em relação ao DVD é a capacidade de armazenamento. Em um DVD, você não tem como gravar ou reproduzir um filme em Full HD porque é muita informação. Então precisávamos de um disco que pudesse abrigar tudo isso.

Claro, desde que conseguimos, a internet melhorou notavelmente. Agora, se você quiser assistir a um filme, você faz um streaming dele da rede. Então, depois de todos aqueles anos de pesquisa, nós de repente paramos. O Blu-ray é o último da família, então eu fui demitido. Estou brincando. Estou trabalhando em algo completamente diferente.

 

Megadeth: Dave Mustaine exibe sua coleção de carros de luxo

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O líder do MEGADETH, DAVE MUSTAINE, foi entrevistado pelo site MotorTrend.com sobre sua coleção de carros, que inclui um ASTON MARTIN VANQUISH S de 2006, um BENTLEY CONTINENTAL GT 2006, um MERCEDES CLS500 2006 e um RANGE ROVER 2010.

Mustaine, que diz que trabalhou como mecânico em Huntington Beach, Califórnia em seus dias pré-Metallica, contou ao site sobre seu Aston Martin: “Eu gosto do fato de que eu tenho o carro de James Bond e ele não tem minhas guitarras. Mas honestamente, eu acho que é um carro muito sensual, tem bastante potência, é bem desenhado, o interior é realmente confortável.”

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A única coisa que eu não gosto nele é que ele tem tanta potência que se você não souber dirigir um carro desses apropriadamente, você acaba cantando pneu em todo canto.”

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A respeito de seu Bentley, Mustaine declarou: “É como se você estivesse pilotando um porta-aviões. É bem grande, tipo como quando você vê nos desenhos animados e aqueles caras estão comprando carros de 10 metros de comprimento eu me sinto daquele jeito.”
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Phil Anselmo: vídeo de cover do The Smiths ao vivo postado online

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Imagens capturadas videograficamente do frontman emérito do PANTERA, PHIL ANSELMO e do comediante, radialista, escritor e músico DAVE HILL tocando uma versão da faixa ‘Please, Please, Please Let Me Get What I Want’ do THE SMITHS depois de uma exibição da série ‘Metal Grasshoppper’ na noite da última quarta-feira, 23 de julho, na casa One Eyed Jacks em Nova Orleans, podem ser vistas abaixo.

Em uma entrevista com o site Radio.com, Anselmo se empolgou ao falar dos Smiths, dizendo: “Os Smiths são bem humorados, são pop quando querem ser, mas também muito amargos às vezes. E eu acho que as coisas mais amargas possam apelar aos fãs de metal, de certa maneira.”

 

Alice Cooper: novo LP com Paul McCartney, Johnny Depp e Joe Perry

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O guitarrista do AEROSMITH, JOE PERRY, confirmou o que o veterano do shock rock ALICE COOPER já vinha dando a entender há algum tempo: ele esteve em estúdio com a lenda dos BEATLES, PAUL MCCARTNEY, Alice e o ator estadunidense JOHNNY DEPP para gravar um disco ‘privado’.

Perry fez a revelação durante uma entrevista com o jornal The Chicago Sun-Times. Disse ele:

Eu fiz uma sessão de gravação com Paul McCartney um mês e meio atrás”, ele contou ao periódico no começo dessa semana. “Eu o encontrei uma ou duas vezes ao longo dos anos pra dar um oi.”

Passar 6 ou 8 horas no estúdio com ele gravando! Ele te faz sentir como se você estivesse gravando com um qualquer. Ele simplesmente é um talento gigante do cacete! Todo mundo na sala juntos ao mesmo tempo: você toca até uma das tomadas ficar boa.”

Quando perguntado como foi tocar com McCartney, Perry disse, ‘É um baita dum encolhedor de ego. Eu estava no estúdio com Alice Cooper e Johnny Depp, tocando guitarra, e nós três estamos olhando um para o outro tipo, ei, estamos aqui sentados com Paul McCartney! E todos olhamos um para o outro como crianças de boca aberta. Paul foi muito gentil. Tudo é coisa séria pra ele quando está gravando. Aos 72 anos, ele ainda consegue atingir todas aquelas notas.

Perry não estava pronto para dar mais detalhes sobre porque eles estavam todos juntos no estúdio: “É um projeto que estamos mantendo sobre segredo agora. Haverá um anúncio quando chegar a hora certa.”

Mês passado, Alice Cooper disse em entrevista coletiva no Sweden Rock que estava gravando um álbum de covers que teria faixas revisitadas do The Doors, Jimi Hendrix, John Lennon e THE WHO, e que os convidados especiais de tal álbum seriam ‘de cair o queixo’. Ele ainda afirmou que nada disso seria ouvido até 2015.

Kirk Hammett: músico fala de nova faixa e show com o Exodus

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O guitarrista do METALLICA, KIRK HAMMETT, contribui com um solo de guitarra na nova faixa do EXODUS, ‘Salt In The Wound’. Hammett foi membro do grupo antes de juntar-se ao METALLICA e falou com a edição estadunidense da revista ROLLING STONE sobre seu recente trabalho com eles:

Foi bem à vontade, muito legal – tal como era em 1980 quando estávamos de boa na época. Eu gravar um solo pro álbum deles foi algo muito importante pra mim, Fora a demo do Exodus que já foi ouvida por muita gente, é a única coisa que eu gravei com eles na vida. Era algo muito importante pra mim.”

Eu toco um solo bem legal, e daí Gary vem e toca outro, e quer saber? Eu ouvi aquilo e pensei, ‘Porra, é 1982 de novo, e cá estamos, Gary e eu tentando degolar um ao outro com nossos solos de guitarra’. Não mudou muito nos últimos 30 anos. Eu adoro. Eu amo aqueles caras. Eu os conheço pela maior parte de minha vida, então fico muito feliz por finalmente ter gravado com eles.

O produtor ANDY SNEAP [MEGADETH, AMON AMARTH] está encarregado do novo álbum do Exodus, que trouxe de volta o vocalista STEVEN SOUZA. Na noite de hoje, Hammett sobre ao palco com o Exodus como parte do Fear FestEvil. Seu colega de banda ROBERT TRUJILLO, além de outros convidados especiais, também integrarão um set especial e único com 10 a 12 covers, incluindo “The Real Me” do The Who, “Jungle Boogie“ do Kool And The Gang, ‘Diary Of a Madman’ de Ozzy Osbourne e mais.

 

 

Opeth: Mikael Åkerfeldt faz sua resenha de show do One Direction

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A edição bretã da revista especializada METAL HAMMER traz, na capa de seu novo número, o líder do OPETH, Mikael Åkerfeldt, que, em entrevista ao periódico, contou sobre a macabra experiência de ter que levar sua filha para assistir ao show da banda pop One Direction:

Bem, eu estava em minoria lá, a começar por ser um cara velho! Mas eram duas noites de lotação esgotada na Friends Arena, que tem capacidade para 60 mil pessoas ou mais. Minha filha mais velha gosta do One Direction, e eu esperava por algum tipo de show, já que eles tinham um lance de palco bem concebido rolando.

Mas quando os caras subiram ao palco, a sensação era que alguém tinha acabado de arrastar cinco caras da plateia lá pra cima… isso se houvesse homens na plateia, o que obviamente não havia! Eram apenas pessoas no palco que conseguiam cantar no tom, mas fora isso, eles não fizeram muita coisa, eles não fizeram muitos passos de dança coreografados, não foi lá um grande show. E já que eram cinco caras, cada um cantava um quinto da música e ficavam andando pelo palco entre uma vez e outra.

Pra mim, foi confuso. Eu não consigo entender o fascínio, mas a molecada acha que eles são bonitos e esse tipo de coisa. Eu, particularmente, não entendi a proposta das músicas… eu reconheci algumas, mas me senti triste de certo modo. ‘Story Of My Life’ é uma boa canção, eu me virei pra minha filha e disse, ‘essa é legalzinha. ’

 

 

Mötley Crüe: Ouça a inédita faixa ‘Say Goodbye’

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Em 1995, mesmo após os resultados nada espetaculares de dois álbuns, ‘Mötley Crüe’ e ‘Quaternary’ [este último EP nos EUA e LP no Japão com o título alternativo ‘Raw Tracks III’], o MÖTLEY CRÜE começou a compor mais material inédito com o vocalista JOHN CORABI [emérito do THE SCREAM] antes de a gravadora Elektra ter ameaçado a banda com dispensa ou boicote a qualquer proposta criativa que não envolvesse o crooner original do grupo, VINCE NEIL WHARTON.

Essas sessões gravadas com Corabi para um álbum primariamente intitulado ‘Personality #9’ vazam esporadicamente na internet, e depois teriam a trilha de voz de John apagadas para que a voz de Vince Neil fosse sobreposta aos bounces já gravados. O resultado da mistura do que foi aproveitado de ‘Personality #9’ [ou seja, tudo que a curta e limitada faixa dinâmica vocal de Neil desse conta de cantar] com as novas ideias fornecidas pelo produtor e engenheiro SCOTT HUMPFREY resultaram no bastante fraco e modernoso CD ‘Generation Swine’, lançado em 1997.

É oriundo daquelas primeiras gravações com Corabi em 1995 o stream abaixo, da faixa ‘Say Goodbye’, que, a julgar pelos riffs, é uma versão bem crua ainda do que viria a ser ‘Enslaved’, uma das duas faixas então inéditas gravadas junto ao produtor canadense BOB ROCK para uma coletânea da banda, ‘Greatest Hits’, de 1998.

 

 

 

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