Dormindo na Pia: Phil Rudd surge ‘preocupadão’ em sua mansão na NZ

O jornal bretão DAILY MAIL postou em sua edição deste domingo fotos do – por enquanto – baterista do AC/DC, PHIL RUDD, “curtindo de boa” em frente a sua residência na Nova Zelândia – quatro dias antes de ele ter que se apresentar perante a um juiz.

O músico de 60 anos foi visto ‘de boa com um amigo’, tocando guitarra e conversando com outros vizinhos, de acordo com o tabloide.

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Twisted Sister: Dee Snider diz que outros roqueiros o viam como pária

O frontman do TWISTED SISTER, DEE SNIDER, diz que seu sucesso nos anos 80 o chocou, já que ele nunca esperou ser líder de uma banda famosa.

A explosão do grupo veio com o lançamento do terceiro álbum, “Stay Hungry” em 1984. Com os vídeos de “We’re Not Gonna Take It” e “I Wanna Rock” – exibidos à exaustão pela MTV, a acachapante reação do público, diz Snider, foi uma completa surpresa.

Ele disse à estação de rádio de Chicago 89 WLS: “Foi um choque. Eu nunca esperei estar em uma banda que se torasse um grande nome e tivesse álbuns de sucesso.

“Eu achava que seríamos uma daquelas banda que ficavam perambulando de cidade em cidade e vendiam discos a cada show – como o BLACK OAK ARKANSAS, um abanda que ninguém ouvia no rádio, mas ainda assim era popular.

“Mas, de repente, a MTV surgiu, e eles estava, procurando por bandas com visual e nós nos encaixávamos nisso.”

Snider também insiste que ele fora tratado como um pária da comunidade do rock por não partilhar do estilo de vida hedonista levado por outros artistas da época. E ele diz que sua vida não mudou.

Ele continua: “Minha filosofia sobre a vida sempre foi ser do contra. Eu nunca usei drogas, nunca bebi, sempre curti malhar, e estou com a mesma mulher há 38 anos.

“Eu era um alienígena na comunidade roqueira. Eles ficavam me olhando, pensando, ‘Qual é a dessa cara?’ E eu ficava olhando para eles, pensando, ‘Vocês não entendem. Esse jogo demora bastante. Vocês estão querendo pular fora aos 30, eu quero pular fora aos 90.

 

Slayer: “Rick Rubin me ligou dizendo pra voltar pra banda”, diz Dave

DAVE LOMBARDO Talks Split With SLAYER - "Shortly After That, Rick Rubin Was Contacting Me And Telling Me To Go Back To The Band"

O baterista emérito do grande titã do thrash metal – o SLAYERDAVE LOMBARDO, falou recentemente via fone com um programa radiofônico do Paquistão, o SHOR BAZAAR.

Durante a conversa de quase 40 minutos, Dave falou de vários assuntos, não se esquivou de nenhuma pergunta [talvez em parte devido à extrema bajulação do entrevistador para com ele] e falou até de como fica impressionado com as visitas ao Brasil: “Eu acho que o que me move é o quanto os fãs amam o que você faz. Isso sempre me choca… eu acabei de ir ao Brasil e alguns fãs foram tão apaixonados e tão empolgados em poderem tirar uma foto com você, ou ganharem um autógrafo, que, sabe, chega a ser chocante.

Ele também acrescentou um dado novo à sua arenga com sua antiga banda, com a qual romeu em Fevereiro do ano passado: “Pouco depois daquilo [o produtor] RICK RUBIN estava entrando em contato comigo e me dizendo para eu voltar pra banda.”

Curiosamente, em maio desse ano, após três décadas de parceria, o SLAYER E RICK RUBIN – que também é proprietário do selo que catapultou a banda ao estrelato – o American Recordings, pelo qual a banda estreou com o über-clássico ‘Reign In Blood’ em 1986 – anunciaram que não renovariam o contrato um com outro. A banda californiana seguiu para a Nuclear Blast e Rubin nunca se declarou abertamente sobre a decisão, tomada após o falecimento de JEFF HANNEMAN e subsequentemente, à saída de Lombardo.

Ouça o áudio completo da entrevista – no original em inglês – abaixo

 

 

Whitesnake: ‘Back To The Bone’ chega ao #1 da parada japonesa

O CD “Live In ’84 – Back To The Bone” – uma celebração ao trigésimo aniversário do lançamento do álbum “Slide It In” do WHITESNAKE, chegou à primeira posição das paradas japonesas na semana passada.

Lançado como DVD e também em edição CD De Luxo + DVD, o compêndio é uma comemoração completa da formação mais coesa do grupo durante o que muitos apontam como o incrível começo do que o vocalista DAVID COVERDALE classificara como ‘seu desejo de tornar o WS mais eletrizante em disco e no palco’.

Cunhado a partir de áudio e gravações, além de demos inéditas da coleção particular de David, o pacote oferece uma coleção ultrarrara de material, executado pela aclamada formação 1983-1984 da banda. Registrada em disco e guiada pelo fabuloso COZY POWELL [JEFF BECK GROUP, MSG, GARY MOORE, BLACK SABBATH] na bateria, o guitarrista sem par JOHN SYKES [a quem Coverdale atribui a inspiração de toda uma nova geração de guitarristas depois de seu trabalho acachapante no disco de 1987] e o baixista NEIL MURRAY, essa lineup continua a ser celebrada pelos fãs da banda como simplesmente essencial.

O box ainda traz um conteúdo extraordinário com o lendário tecladista JON LORD em seu último show com o Whitesnake em vídeo e também no CD-bônus.

 

 

O Vinil soa melhor? Mais ou menos. De vez em quando. Depende.

— Por David Greenwald para o site OREGON LIVE

Até STEVE JOBS ouvia vinil.

O finado CEO da Apple, cuja loia do iTunes revolucionou o ramo musical na era digital, ‘ouvia vinil’ em casa, disse NEIL YOUNG em 2012. Young, que está divulgando seu PonoPlayer de alta definição [custo de 399 dólares], gosta de mitificar o som com qualidade de estúdio, mas ele não é o único. À medida que arquivos comprimidos em MP3 e serviços de streaming digital do YouTube ao Pandora tornaram-se a norma para se ouvir música, as vendas de vinil dispararam de pouco menos de um milhão em 2007 para potencialmente mais de 8 milhões esse ano apenas nos EUA – em parte graças ao conceito de que o vinil simplesmente soa melhor.

Mas isso é verdade?

Mais ou menos. De vez em quando. Depende.

O LP de vinil é um formato baseado em tecnologia que não evoluiu muito ao longo das últimas seis décadas: sob certos aspectos, é o equivalente em áudio a dirigir um Ford Pilot. Sonicamente, o vinil tem pontos fortes e também fraquezas, se comparado aos arquivos digitais, assim como fanáticos por cinema tem discutido sobre os prós e contras do filme de 35mm contra o 4K Digital. Para esmiuçar o que o vinil consegue fazer de fato, eu falei com ADAM GONSALES do Telegraph Mastering, de Portland. Gonsales já trabalhou com artistas desde SUFJAN STEVENS até STEVE AOKI e é o orgulhoso dono de um torno Scully dos anos 60, o mecanismo com ponta de rubi que corta discos para finalizar vinis.

Antes de pesar, hmm, os dois lados do vinil, ajuda saber como os discos são feitos. Resumindo, um engenheiro como Gonsalves recebe gravações mixadas do estúdio [ou até mesmo do laptop de uma banda] para masterizar e cortar uma matriz – ou acetato – em um torno, que por sua vez é mandada para ser prensada por moldes de metal que formatarão centenas de milhares de pelotas de PVC em LPs de vinil. Nem todo engenheiro de masterização faz o corte do acetato – já faz décadas que não se fabrica tornos do tipo e não sobraram muitos, o que faz de proprietários como Gonsales muito ocupados – e frequentemente mandam a ele arquivos digitais para trabalhar, ao invés das fitas totalmente analógicas que alguns poderiam esperar.

O LADO BOM

“O vinil é o único formato para playback de consumidores que temos que é completamente analógico e completamente lossless”, disse Gonsales. “Você só precisa de um toca-discos decente com uma agulha decente e você irá desfrutar de uma experiência auditiva de alta fidelidade. É um pouco mais à prova de idiotas e um pouco menos técnico.”

O formato analógico permite que os artistas transportem sua música da fita magnética para LP até seus falantes ou fones de ouvido sem as complicações da conversão digital. Isso, idealmente, é o mais próximo que alguém pode chegar do que o artista queria – isso CASO O ARTISTA tenha gravado em fita e enviado os rolos para um engenheiro como Gonsales para cortar um master. Mas indiferente de suas origens serem digitais ou analógicas [falaremos mais a respeito], um disco de vinil deveria ter mais informação musical do que um arquivo em MP3 – então deveria ser bem melhor se comparado a sites de streaming como o YouTube ou o Soundcloud, em especial num BOM sistema.

A luta nas loudness wars: A engenharia de música digital, em especial a música destinada a rádios, é por muitas vezes permeada por uma corrida na amplitude do volume, o que leva a músicas cansativas e hiper-compressas que espremem a faixa dinâmica e a textura que dá às gravações profundidade e vitalidade. O volume do vinil depende da extensão de seus lados e da profundidade de seus sulcos, o que significa que um álbum masterizado especificamente para o formato pode ter mais espaço para respirar do que seu equivalente digital. Quando mais longo um álbum, mais baixo seu volume: Gonsales reproduziu pra mim o longo álbum de estreia do INTERPOL e um single de 12 polegadas de BILLY IDOL, e a diferença em decibéis – sem nenhuma distorção – foi digna de nota.

O Som Quente do Vinil: “Eu acho que isso é o que as pessoas gostam nele: ele chega muito perto do modo que seres humanos ouvem música, organicamente”, diz Gonsales. “Tem muitas frequências médias e muito quente”, um som que tende a embelezar as guitarras embaraçadas do rock.

O LADO RUIM

“Completamente analógico” é algo bem incomum: Muitos discos modernos de vinil são produzidos a partir de másters digitais, sejam gravações feitas desde o começo em software como o Pro Tools ou convertidas a partir de uma fita antes de serem enviadas para produção em massa. Quando eu visitei Gonsales, ele estava trabalhando no novo álbum do MY BRIGHTEST DIAMOND – em seu computador. Mas a conversão analógica-digital [e vice versa] progrediu muito desde o nascimento do CD, e Gonsales diz que ele pede por arquivos em alta definição, de 24 bits, para fazer o master, caso a fonte seja digital.

Ainda assim, à medida que artistas e gravadoras pulam na moda do vinil, alguns novos lançamentos em vinil podem ser masterizados a partir de áudio em qualidade de CD, não dos formatos de alta resolução que os audiófilos e gente como Neil Young adoram. Um álbum com qualidade de CD vai soar melhor e mais fiel em um vinil do que em um CD? Não. Mas soará mais como um vinil, com chiados e estalos, se essa é sua preferência.

“Não há basicamente nada que você possa fazer para que um álbum com uma hora de duração soe bom em um disco”, disse Gonsales. O vinil pode muito, mas somente se os sulcos forem largos o suficiente para que a agulha os leia apropriadamente. Um álbum mais longo implica em sulcos mais finos, um som mais baixo e mais ruído. Do mesmo modo, os sons trepidantes de um gênero com o dubstep não foram feitos para o seu toca-discos. “Se você tivesse levado SKRILEX para a Motown, eles teriam dito, ‘Não tem como cortar um vinil pra isso!”, disse Gonsales, graças ao esforço que a música com altos níveis de energia colocaria no trabalho da agulha.

O Vinil apanha com altos e baixos: Frequências mais altas [pratos e cimbal de bateria] e sibilância [pense em sons como ‘s’] podem causar uma distorção horrenda, enquanto graves mais profundos transitando entre os canais esquerdo e direito podem deslocar a agulha. “O vinil deveria estar em mono”, diz Gonsales. De outro modo, “É um caminho difícil para agulha traçar.”

O começo do lado de um álbum soa melhor que o fim: À medida que a circunferência do álbum encolhe mais para o centro, a velocidade da agulha muda e não consegue seguir cada milímetro do sulco. Se a música que fecha o lado A ou B for uma complicada – vamos dizer, com um baita solo de gaita – a tendência é que o som fique ruim. É por isso que álbuns duplos valem o dinheiro a mais.

Ruído de Superfície: “O som quente do vinil, isso é uma forma de ruído que você obtém ao lidar com o material com o qual ele é confeccionado e remanescente do processo de fabricação”, diz Gonsales. O formato vinil pode gerar outros problemas: estalos e riscos, discos que pulam e o atrito de uma agulha contra o LP, todos problemas que o CD resolveu ao chegar, décadas atrás. Mas, para muitos, esses sons são apenas parte integrante da experiência, e conferem charme a um formato que exige um pouco mais de esforço – e por vezes o recompensa.

 

 

Van Halen: surgem mais boatos sobre o ‘projeto secreto’ da banda

Mais um rumor sobre o tão aguardado ‘projeto secreto’ no qual o VAN HALEN estaria  trabalhando, e que já foi desmentido na qualidade de ‘novo álbum’.

De acordo com o site Melodic Rock – o mesmo que fora desmentido quanto ao compêndio de material inédito de estúdio – fontes ‘não-identificadas’ próximas à banda dizem que não somente ‘não há indicação alguma de que DAVID LEE ROTH sequer esteve em contato com os irmãos, muito menos que tenha gravado músicas novas’ e que também ‘não há nenhum plano para gravar um novo disco’. Ao invés disso, parece que os planos giram em torno de um DVD ao vivo.

O projeto tem sido descrito como ‘de arquivo’, o que certamente levantaria as esperanças dos fãs da banda que sonham em ver material em vídeo das turnês do começo dos anos 80 lançados oficialmente, mas o Melodic Rock afirma que tudo é oriundo das turnês do Van Halen entre 2007 e 2008, com Roth nos vocais, mais especificamente do show de 23 de maio de 2008 no Madison Square Garden de Nova Iorque.

Considerando que essa foi uma turnê decisiva da fase recente do VH, faz sentido que ela surja em algum momento, mas parece realmente meio estranho que eles optem por lançar tal show agora. O disco mais novo do grupo já beira 3 anos de lançamento e há bastante demanda por material inédito. Qualquer um concluiria que o mais sensato seria meter a cara e terminar outro LP ou pelo menos mergulhar nos arquivos de vídeos e arrancar de lá algo realmente digno de nota.

Mas, quem é que sabe? Eles podem acabar fazendo as duas coisas – ou nenhuma. A essa altura, estamos lidando com boatos.

 

Mötley Crüe: tour de John Corabi celebra 20 anos de CD épico

20 anos após seus dois álbuns com o MÖTLEY CRÜE – “Mötley Crüe” e “Quaternary” [“Raw Tracks III” no Japão], o vocalista e guitarrista JOHN CORABI [THE SCREAM], resolveu celebrar sua passagem pela banda e dar aos fãs algo que eles vinham querendo há tempos: a execução, na íntegra, de todo o álbum autointitulado ao vivo.

Mesmo quando o Crüe excursionou para promover o disco, então recém-lançado, muitas das faixas tidas como ‘fortes’ do compêndio acabavam ficando de fora do set list da banda por causa do popular catálogo retroativo do quaternário, e, tão logo a turnê se encerrou e a limitada faixa dinâmica da voz de VINCE NEIL voltou, o rico e pesado material composto pela combinação de Corabi com NIKKI SIXX, TOMMY LEE e MICK MARS caiu no esquecimento, até por culpa dos próprios membros, em especial Sixx, que faz de tudo para que aquele período seja apagado da história.

Encerrando um longo hiato sem performances ‘elétricas e amplificadas’, durante o qual ele só se apresentou no esquema banquinho e violão, John montou uma nova banda, que inclui seu filho à bateria, e começou, no fim de semana passado a percorrer os EUA tocando um set list com todo aquele disco, além, claro de músicas de maior projeção de seu tempo de The Scream e no UNION, com BRUCE KULICK.

Abaixo, alguns registros videográficos de ‘Crabby’ [como seus antigos colegas de banda o chamavam] celebrando vinte anos de ‘Mötley Crüe’em Nasvhille, TN em show que vai percorrer todo o ano de 2015 também.

 

 

Revolution Saints: supergrupo une membros de Whitesnake, Night Ranger e Journey

O ex-guitarrista do WHITESNAKE, DOUG ALDRICH, o baterista do JOURNEY, DEEN CASTRONOVO e o baixista do NIGHT RANGER, JACK BLADES, revelaram detalhes sobre o seu novo ‘supergrupo’.

O projeto se chama “Revolution Saints” e lançará seu autointitulado álbum de estreia no dia 23 de fevereiro pelo selo italiano Frontiers Records – e tem aparições especiais dos outros membros do Journey, NEAL SCHON e ARNEL PINEDA.

A banda é criação do chefão da Frontiers Records, SERAFINO PERUGINO, que há muito queria mostrar os talentos vocais de Castronovo. Ele descreve a parceria com Aldrich e Blades como ‘a realização de um sonho’.

O trio promete ‘trazer de volta o estilo de classic rock melódico do modo que deveria ser –vocais inspiradores, pra cima, melodias fortes e musicalidade de ponta.’

Castronovo se entusiasma: “Tem a vibração dos anos 80, mas com culhões. Você tem ótimos músicos aqui, tons de melodia, ganchos. Não tem como dar errado.”

O álbum foi produzido por Alessandro Del Vecchio, que também co-escreveu algumas das faixas e tocou teclado. A primeira faixa será lançada mês que vem.

Track list da estreia:

TRACKLIST

  1. Back On My Trail
  2. Turn Back Time
  3. You’re Not Alone featuring Arnel Pineda
  4. Locked Out Of Paradise
  5. Way To The Sun featuring Neal Schon
  6. Dream On
  7. Don’t Walk Away
  8. Here Forever
  9. Strangers To This Life
  10. Better World
  11. How To Mend A Broken Heart
  12. In The Name Of The Father (Fernando’s Song)

 

Guns N’ Roses: limpo há 10 meses, Steven Adler quer voltar em 2015

O baterista da formação clássica do GUNS N’ ROSES, STEVEN ADLER, está sóbrio há 10 meses – e diz que quer completar um ano de sobriedade antes de voltar a trabalhar.

Ele tem lutado contra o vício há anos, com resultados oscilantes. Sua banda autointitulada cancelou todos os compromissos em maio do ano passado quando ele se internou em uma clínica de desintoxicação.

Ele disse à época: “Eu peguei uma garrafa e bebi. Isso aconteceu algumas vezes – e isso já foi demais. Peguei o telefone antes que saísse de controle, para receber ajuda. Eu me livrei das drogas pesadas anos atrás, e agora está na hora de me livrar do álcool.”

Adler – que foi demitido do GN’R em 1990 por causa do uso de heroína – disse ao Lucas H. Gordon Show: “No momento, estou apenas tomando conta de mim mesmo. Tenho tido esses problemas com o álcool e estou tomando conta disso.

“Eu tenho um bom programa no qual estou trabalhando e espero completar um ano. Ano que vem, então, começarei a trabalhar e reunirei a banda.”

Ele planeja promover o álbum ‘Back From The Dead’, de 2012, quando voltar à ação. “Mal posso esperar pra sair e tocar de novo. Ter uma vida nova é empolgante.

 

Soundgarden: ouça a inédita ‘Kristi’, outtake de 1996

O SOUNDGARDEN estreou uma música inédita, “Kristi”, que integra uma vindoura compilação da banda, “Echo of Miles: Scattered Tracks Across The Path”.

Gravada originalmente para o álbum “Down On The Upside”, de 1996, ela é uma das duas faixas nunca antes lançadas comercialmente que fazem parte da compilação em CD triplo com 50 músicas abrangendo raridades, lados B, versões instrumentais, covers, demos, tudo curado pelo guitarrista KIM THAYIL.

O box será lançado no próximo dia 24.

O áudio de ‘Kristi’ pode ser ouvido clicando nesse LINK.

 

 

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