Anthrax: gravadora não deixou que Corey Taylor fosse vocalista da banda

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O líder do SLIPKNOT e do STONE SOUR, COREY TAYLOR, é um homem de vários projetos, mas em certo momento de sua carreira, ele quase se tornou o frontman do ANTHRAX. Durante uma recente participação no podcast ‘Talk Is Jericho’ com CHRIS JERICHO, Taylor entrou em detalhes sobre como quase rolou de ele ser o vocalista da veterana banda de NYC e como ele ficar aborrecido por isso não ter se concretizado.

Taylor diz que a ideia começou depois de ele ser convidado para juntar-se a FRANK BELLO em uma performance acústica em NYC. Ele contou a Jericho, ‘Começamos a fazer um som e nos divertimos muito e fomos jantar em algum canto e alguém, não sei quem, disse brincando, ‘por que você não canta pra gente?’ E todos rimos e daí ficamos em silêncio e concluímos, ‘Bem, por que não canto mesmo?’

Isso aconteceu em um momento entre o álbum ‘Come What [Ever] May’ do Stone Sour e ‘All Hope Is Gone’, do Slipknot. Também se passou não muito tempo depois que o Anthrax tinha demitido DAN NELSON. “Eles ficaram tipo, ‘Não sabemos o que fazer’”, diz Taylor. “Eu espero que ele tome um tiro na rótula ou algo assim pelo jeito que ele tratou aquela banda”, emenda o vocalista, logo antes de retirar o que diz.

Taylor já tinha uma longa relação com a banda àquela altura do campeonato e considerara compor algo com eles por várias ocasiões ao longo dos anos. Ele conta, “Com o Anthrax, é tudo muito deprimente porque eu estava literalmente pronto para ir de avião até Chicago para começar a compor com eles. CHARLIE BENANTE e SCOTT IAN tinham me mandado um monte de material e eu estava escrevendo a letra em cima e muito dele acabou em ‘Worship Music’. Não com as minhas letras, mas as músicas, então quando eu o ouvi, pensei, ‘Eu reconheço isso, eu reconheço aquilo.’”.

Infelizmente para Taylor, a gravadora Roadrunner interveio e não permitiu que ele o fizesse, já que eles estavam apressando o Slipknot para que lançassem ‘All Hope Is Gone’.

O vocalista agora conclui: “Analisando agora, eu fico feliz por ter sido do jeito que foi, mas ainda é uma merda porque eu queria muito. Eu amo aqueles caras. Mas eles voltaram com Joey Belladonnna e aquele disco é fabuloso. ‘Worship Music’ é uma das razões pelas quais pegamos Jay Ruston para mixar o disco ‘House Of Gold And Bones’.”

 

 

 

Paul Stanley: ‘O Ki$$ continuará por muito tempo depois de mim’

PAUL STANLEY afirma que fora um erro apresentar os personagens ‘Raposa’ e ‘Guerreiro’ e insiste que os quatro personagens clássicos da banda continuarão por muito tempo depois que ele morrer.

Quando PETER CRISS e ACE FREHLEY deixaram a banda no começo dos anos 80, seus personagens ‘Homem-Gato’ e ‘Homem do Espaço’ foram aposentados e substituídos por ERIC CARR como a Raposa e VINNIE VINCENT como o Mago, ou o Guerreiro Egípcio.

Mas os atuais membros TOMMY THAYER e ERIC SINGER retomaram os personagens Spaceman e Catman, e Stanley agora diz que o Ki$$ esteve em perigo ao se aventurar em território ainda mais ridículo, termo bastante apropriado para qualquer coisa associada ao grupo desde o fim dos anos 70.

Ele disse ao site The Joe Rogan Experience: “Eu acho que o caldo entornou pela primeira vez quando substituímos Peter e decidimos que precisávamos de um novo personagem. E o problema com esse tipo de coisa é que começou a ficar – interessantemente, eu diria – falso. Adquiriu um ar de falso ao se tornar uma mistureba. Quero dizer, tínhamos uma raposa e um guerreiro egípcio. Depois teríamos o menino tartaruga e o homem-sapo. Então acho que quando trouxemos Ace e Peter de volta para a turnê de reunião, que eu esperava que durasse para sempre – em outras palavras, eu esperava que todo mundo se reunisse, todo mundo veria o erro em suas respectivas posturas e seguiríamos em frente e ficaríamos juntos para sempre. Mas quando não rolou, eu pensei, nós realmente construímos essas quatro imagens. E, possivelmente, você pode ir a qualquer lugar no mundo e as pessoas sabem quem é o Ki$$, sabendo elas ou não quem seja cada pessoa. Portanto, desistir disso porque achamos que aqueles caras não eram mais capazes ou dispostos a dar 100% de si, bem, então quem sai perdendo? Os fãs. Então não. Aquelas imagens são as imagens que continuarão quando eu não estiver mais lá também.

 

 

Pantera: Phil [não] comenta sobre desejo de Kerry King entrar para a banda

Slayer Perform At Aragon Ballroom In Chicago Illinois

PHIL ANSELMO não quer mesmo fornecer maiores detalhes sobre a vontade de KERRY KING de entrar para o PANTERA nos primórdios da banda.

A dupla ficou amiga depois que um amigo em comum armou uma jam no palco de uma casa noturna de Dallas em 1988 – e King gostou da experiência de trabalhar com o finado guitarrista ‘Dimebag’ Darrell Abbott.

Anselmo disse ao site Talking Metal: “O Slayer estava tocando bem perto. Meu técnico de boxe também era DJ de uma rádio e ligou pra minha casa e disse,’ Eu estou com TOM ARAYA aqui. Você quer conhece-lo?’

Claro, ele levou Tom, Kerry e Jeff ao show. Eles subiram ao palco e tocaram algumas músicas conosco. Kerry e eu nos demos bem de cara e trocamos números de telefone. Ele sempre estava em contato – era demais, especialmente para um garoto como eu era na época. O Slayer era tudo pra mim.

A influência de King predominou enquanto Anselmo tentava persuadir seus colegas de banda a trilharem por uma direção musical mais pesada. O frontman lembra: “Dimebag e Kerry passavam muito tempo juntos, o que abriu os olhos de Dimebag, e eventualmente os olhos dos outros da banda, para o poder do thrash. A mágica do gênero realmente nos influenciou a levar nossa música além dos limites.”

Perguntado se o chefão do Slayer esperava por uma colaboração mais próxima com o Pantera, Anselmo respondeu: “Ele adorava, e foi uma experiência boa para ele tocar conosco, mas… eu poderia contar mais, mas não vou.”

O irmão de Dimebag, VINNIE PAUL, revelou ano passado que o guitarrista foi convidado para juntar-se ao MEGADETH na mesma época – mas recusou a oferta do ativista de direita DAVE MUSTAINE. Paul disse: “Dime disse a Dave na lata, ‘se você quer que eu toque pra você, meu irmão tem que vir comigo. O acordo é esse.’ E Dave respondeu tipo, ‘Cara, já temos um baterista’. Dime então replicou, ‘bem, sinto muito, cara. Eu não vou tocar pra sua banda.’ Ele se focou no Pantera, e deu tudo certo.”

 

Stryper: Confusos com a diferença entre vendas e # de seguidores

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O frontman do STRYPER, MICHAEL SWEET, diz que ele fica ‘bastante confuso’ pelo fato de as vendas de um álbum não se equipararem com o número de seguidores nas mídias sociais.

O vocalista e guitarrista, que recentemente anunciou uma parceria com GEORGE LYNCH, insiste que as pessoas simplesmente não estão comprando música – e que ele não entende isso.

Sweet disse à Totally Driven Radio: “As vendas de álbuns não se equiparam aos números de seguidores no Facebook e no Twitter. Se você tem um milhão de seguidores no Facebook e vende 10 mil cópias de um disco, algo está errado.”

“Há razões para isso, obviamente, como o fato de as pessoas não comprarem mais música hoje em dia, as pessoas as baixam, a economia está ruim, as pessoas não têm dinheiro – e por aí vai. Mas ainda há algo muito confuso nisso.”

“Parece que as vendas continuam a cair. Não importa que gênero musical – as vendas estão simplesmente caindo. As pessoas não estão comprando, ou por que motivo que seja, não querem mais comprar música.”

 

 

Michael Anthony: “Eu consigo cantar qualquer música do Van Halen”

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O ex-baixista e backing vocal do VAN HALEN, MICHAEL ANTHONY, afirma que ele poderia facilmente ser o vocalista de qualquer banda.

Com o lançamento de ‘A Different Kind of Truth’ em 2012, fez-se o primeiro disco da banda sem a presença de Anthony, que fora substituído pelo filho do guitarrista EDDIE, WOLFGANG.

Atualmente no CHICKENFOOT com outro emérito do VH, SAMMY HAGAR, o músico – em entrevista à radio 107.7 The Bone da região de São Francisco – comentou sobre sua facilidade com qualquer faixa de sua antiga banda e respondeu a por que ele não assume o posto de frontman de uma banda.

“Sim, sabe, eu poderia, mas não preciso desse tipo de pressão sobre mim. Vocalistas são uma espécie diferente. Não foi até o quarto ou quinto disco do Van Halen que as pessoas se deram conta, tipo ‘Wow! Você está fazendo os vocais de fundo naqueles discos. Não é David Lee Roth’. E eu digo, ‘Não, porra! Não é o David Lee Roth.’”

Quando perguntado sobre qual clássico do VH ele gostaria de fazer um cover, ele comentou, “Ahh…meu deus… eu cantei ‘Somebody Get Me a Doctor’. Essa rola fácil. Mas eu não sei… cara, eu cantaria qualquer uma delas. Eu poderia cantar qualquer uma dessas merdas. Eu consigo cantar todas [risos].” Michael cantava ‘Somebody Get Me A Doctor’ toda noite durante os shows da banda à ocasião da passagem do vocalista GARY CHERONE pelo grupo.

 

 

Mike Inez: ‘Não foi o grunge que matou o hair metal’

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O baixista do ALICE IN CHAINS, MIKE INEZ, refuta a visão de que o grunge teria assassinado o chamado ‘hair metal’ – porque os dois gêneros não podem ser comparados.

Inez diz que as bandas de grunge de Seattle passaram anos aperfeiçoando seu som enquanto as bandas de hair metal estavam mais focadas em mulheres, roupas e cortes de cabelo. Mas ele insiste que amava de fato a cena de Los Angeles enquanto ela durou.

Ele disse a Lucas H. Gordon: “A diferença entre a cena de Los Angeles – eu sou nascido e criado aqui – e a de Seattle é que o Soundgarden foi uma banda por 10 anos antes de assinarem contrato com uma gravadora grande. Então eles tiveram muito tempo juntos para se solidificarem como banda.”

“Mesmo as bandas como Nirvana e Alice In Chains no começo e o Pearl Jam, Mother Love Bone – elas ficaram muito tempo juntas antes de lançarem sua música para o mundo. Então eu acho que isso foi muito importante.”

“Enquanto isso, em Los Angeles, elas só estavam tentando se entrosar e ficarem parecidas com outras bandas tipo ‘Ah, precisamos de um baixista com cabelo loiro e comprido’, ou ‘Precisamos de um vocalista de cabelo anelado’. Elas só estavam tentando fazer isso.”

“Então a música começou a ficar em segundo plano, creio eu. Mas eu te digo uma coisa sobre a cena de Los Angeles – havia mais garotas nos anos 80 aqui do que eu já vi em qualquer outro lugar em minha vida. Foi muito divertido ver aquilo.”

“Eu era muito jovem na época, mas foi divertido ver aquilo. Ver bandas como o Van Halen tocando em uma festa de quintal, o Mötley Crüe tocar no Whisky. Foi muito legal ver essas bandas. Eu e Slash somos os dois únicos astros do rock nascido se criados aqui [nota: Slash é na verdade, bretão]. É engraçado. Todo mundo vem pra cá, mas nós estivemos aqui o tempo todo. Vimos a coisa vir e sumir.”

 

Bill Ward: ‘Quer aprender bateria? Ouça a Lars Ulrich’

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O baterista original do BLACK SABBATH, BILL WARD, fez uma bela homenagem a LARS ULRICH, do METALLICA, chamando-o de um performer ‘excepcional’.

E o veterano músico, cuja relação com o Sabbath desintegrou-se durante as negociações para uma reunião em 2012, acredita que ele e Ulrich passaram por situações parecidas em suas carreiras.

Ward disse em seu programa na web radio Rock 50:Lars é espiritualmente são – eu gosto muito disso. Muitos dos caminhos pelos quais Lars passou, eu também passei.”

Eu acabei podendo usar sejam lá quais forem meus talentos, e utilizar isso fosse lá em que tipo de música fizéssemos. Então é meio tipo, ‘É isso que eu tenho’. Eu me lembro de passar por um período, provavelmente 26 anos atrás, onde parei de competir. Eu tinha que descobrir o que conseguia fazer e fazer bom uso daquilo. Parece que Lars chegou a esse patamar também. E eu acho que ele faz um excelente trabalho.”

Ele afirma que estudantes de bateria fariam bem ao estudar a abordagem de Ulrich ao instrumento.Suas criações levaram o som do Metallica ao limite da vanguarda do Metal. Há tantas coisas em todas aquelas músicas que são pontos de partida – outros bateristas podem olhar praquilo e concluir, ‘Bem, isso não existia antes.’”

Se você está aprendendo a tocar bateria, ouça a Lars, cara. Ele tem coisas muito boas com as quais você pode aprender.”

 

Metallica: banda planejou demitir Lars após a turnê de ‘MOP’

O guitarrista do ANTHRAX, SCOTT IAN, lembra do plano do Metallica para demitir LARS ULRICH na metade dos anos 80.

Ian, que lançou essa semana seu livro, “I’m The Man: The Story Of That Guy From Anthrax”, afirma que ele não acredita que eles teriam ido até o fim com isso, mas ele confirma que a reposição do baterista foi bastante discutida.

O fundador do Anthrax ficou próximo do Metallica nos anos 80, quando as duas bandas excursionaram juntas. Ele ouviu o plano para ejetar Ulrich, que teria sido bolado durante a turnê final de CLIFF BURTON com o Metallica antes de sua trágica morte em um acidente de ônibus em 1986.

Ele contou à rádio 94.3 Kilo: “Muita gente tem me perguntado sobre isso, e essa é uma história que tem circulado por aí faz muito tempo. Eu não estou expondo isso – não é minha intenção. O meu livro não é d revelações. Não é esse tipo de livro.”

“Mas a história é que eles tinham feito um plano para mudar e arrumar um novo baterista. Todos ficamos muito surpresos com aquilo, porque a banda era os quatro. Eu pensei, ‘Wow! Mesmo?’ E eles me disseram, ‘Sim. Quando terminarmos essa turnê, vamos achar outro baterista.’”

“O que é que eu podia fazer? Sendo amigo com todos eles, você se sente, ‘Que pena pro Lars. Isso é uma merda.’ E ao mesmo tempo, você espera que seus amigos possam seguir em frente ou fazer o que eles querem com suas vidas.”

“Claro, a história acabou sendo diferente pro Metallica e eles vieram a se tornar, indiscutivelmente, uma das maiores bandas do planeta. Então eu apenas fico feliz que tudo deu certo pros meus amigos. Foi uma tragédia terrível Cliff ter sido morto naquele acidente de ônibus.”

Apesar de ouvir a banda discutir o futuro de Ulrich, Ian insiste que ele acreditou que aquilo nunca se concretizaria.

Ele completa: “Eu honestamente acho que não teria acontecido. Porque, acredite, eu já pensei bem nisso ao longo dos anos. Eu honestamente acho que a turnê teria terminado e que os ânimos se esfriariam e não acho que a mudança teria ocorrido.”

 

 

Billy Idol: trecho de autobiografia disseca sua relação com os ícones do Punk setentista

In this chapter from Billy Idol’s new autobiography, the rocker writes about ’70s audience reactions to performances by rising punk stars such as Johnny Rotten and Siouxsie Sioux.

From “Dancing With Myself” by Billy Idol. Copyright © 2014 by Billy Idol. Published by Touchstone, a Division of Simon & Schuster, Inc. Reprinted with permission.

Chapter Six

In A Revolution, One Year Equals Five

Louise’s, a lesbian club in a basement just off Oxford Street, London

“You’ll never find, as long as you live, someone who loves you, tender like I do,” the bass voice intoned. Slickly, the DJ moved the ladies around the downstairs dance floor at Louise’s, a basement club off Oxford Street frequented mostly by lesbians.

One had to enter through a narrow side street, which opened into a small reception room with a few scattered tables and chairs. Toward the back was a stairway that led downstairs to the bar and dance floor. The clientele was mostly butch women and fashionable lipstick lesbians.

For the Sex Pistols and our small Bromley Contingent of early punks, it was a much-needed haven. Back then, the way we dressed would have started a riot if we had set foot in any normal club or pub. The DJ often played Lou Rawls’s “You’ll Never Find Another Love Like Mine,” and it would always pack the dance floor. It was an anthem for those ladies, and I would casually watch their slow dances and hot, intimate touches from my spot on the edge of the dance floor.

The people who ran Louise’s accepted us, due to the fact that we were part of the group of people from Malcolm and Vivienne’s store, Sex. We were also friends with a dominatrix named Linda, who went to Louise’s regularly with her coterie of girls. Benjamin Franklin once offered advice to his fellow revolutionaries: “We must all hang together, or assuredly we shall all hang separately.” We were a small group of people bored with the repeated clichés of modern life and its stagnant, putrid waters. That is what brought us — and ultimately bonded us — together.

I delivered tools for my dad in the daytime and went to rehearsals and gigs and hung out at Louise’s every night. I would get home at 4 a.m., wake up at eight, and start all over again. This accelerated lifestyle would eventually take its toll, but I had a purpose that drove me to succeed. Referring to overthrowing the czar in Russia, Lenin said, “There are decades where nothing happens; and there are weeks where decades happen.” Revolution was on our minds, too.

We nursed ourselves on the lesbians’ rebellious milk, growing strong and attracting like-minded souls. We all congregated there, drinking and socializing, plotting our rebellion. It was our midnight meeting place, our sanctuary. We all walked the same path at that time. Many of the classic-rock bands talked about musicianship but had little to offer us, the disenfranchised and disenchanted. We were youth thrown on the scrap heap.

There was at least one veteran band that spoke to us. The Who insisted, “We’re all wasted,” while the likes of Lou Reed, David Bowie, and Iggy Pop seemed in touch, but what about our own scene?

Those nights at Louise’s gave us hope and made me feel that something special was indeed afoot. I first heard Steve Jones utter the now iconic phrase “Never mind the bollocks!” there as he sat with Rotten, Paul Cook, and Malcolm. The lost generation was back from the dead! As the gay ladies danced and loved one another, we devised our plans and consolidated a movement. By being like-minded, we ruled the night. We would rock London to its core. The lesbian bar was our spiritual “upper room,” and we, the new aristocracy of the poor, knighted with fire, sallied forth and followed Johnny Rotten into the unknown!

For now, the “unknown” turned out to be Paris, where the Sex Pistols were to play their first-ever gig outside England, at the opening of the Club de Châlet du Lac, Paris, September 3, 1976. I drove my dad’s Ford delivery van and we boarded the ferry at Dover that would take us across the Channel to Calais. Crowded into the van were Steve Bailey, Siouxsie, Si Barker, and Michael, one of a set of twins who hung out with us and who first used the expression “Never mind the bollocks” before Jones, with his don’t-give-a-s*** attitude, brought it to life for a whole generation.

We met up with the Pistols at Sartre’s old hangout, Les Deux Magots, on the Place Saint-Germain-des-Prés, and occupied an outdoor table on the busy sidewalk. John was wearing a black beret and a red kids’ jumper slit up the side. Parisians have always had a sense of pride when it comes to fashion, so it was great fun seeing the befuddled looks of surprise on their faces when confronted with a group of oddly dressed punks. This wasn’t just a challenge to their sense of style and taste that could be chalked up to the generation gap; it was an assault on their ideas and attitudes.

That attack continued into the night at the gig, when Siouxsie wore her “Night Porter” outfit, complete with a swastika armband and SS cap. She’d taken the look from Liliana Cavani’s controversial 1974 film of the same name, in which Charlotte Rampling played a concentration camp survivor who falls in love with her Nazi guard/torturer, played by Dirk Bogarde. Siouxsie’s hair was cropped short, as Rampling’s was in the film, and her makeup was extreme. She would become both famous and infamous for the getup. We were all used to strange looks, but the crowd’s response to Siouxsie’s outfit at the Club de Châlet du Lac that night was particularly unpleasant.

The French audience had no way of knowing in those early days that clothing as a performance art statement was part of the punk culture and couture. We all co-opted images and logos that, when mixed together, would force an observer to react and feel the rejection of all things human that we felt. We tried to challenge preconceived notions. Some of Vivienne Westwood’s designs mixed communist and fascist imagery to assault the onlooker. Just as we felt marginalized, we wanted to lash back and hurt so that we could, as the Doors’ Jim Morrison put it, “break on through to the other side.”

All we wanted to do was shock, because that was all we felt was left to us. During those early days, within our little universe, an understanding of other people’s interpretations of our actions was beyond us. On this night, though, the taunting crowd was becoming downright hostile.

The Pistols came onstage, with Rotten sporting a Westwood designed black parachute bondage outfit with straps from elbow to elbow, leg to leg. We felt repressed in every way, so the prism of sexual bondage spoke to our belief that most people simply embrace and accept the chains and whips of society.

“The problem is you — whatcha gonna do?” John taunted the crowd in “Problems.” The French audience watched the show impassively while scowling at us. “We hate long hair and we don’t wear flares.” Rotten twisted, turned, and grimaced as he leaned on the microphone stand. The black outfit of restraint seemed to electrify his look and galvanize his attitude. A true star, John dominated the room with his presence and wild stare, punctuating his lyrics by burning a hole in the audience with his eyes. He might ignore them one moment, then launch into a tirade the next, practically frothing at the mouth, following it up with a look of disgust at the lack of response from the overwhelmed crowd.

Meanwhile, the Sex Pistols were coming together as a band. Steve Jones was getting noticeably better, and Cookie was adding beat, becoming tighter timewise. Glen Matlock held his end down well, adding tasteful runs that Sid Vicious, his eventual replacement, could and would never accomplish.

“We’re vacant and we don’t caaaaaare,” caterwauled John. We had been led into a nowhere world where black was white and white was black, where no one fit if you challenged the norm. Proof of that was this Paris audience, getting increasingly incensed at us. Obviously, “The Night Porter” wasn’t very big in France.

As the band thundered to the end of the set, things started to get even uglier. We tried to ignore the rowdy crowd, but Siouxsie was glaring and giving back as good as she got. Soon, a whole section of fans started throwing stuff at us. When it looked like they were about to attack us, we managed to run across the stage and find refuge with the band in their tiny dressing room. We later found out it was the anniversary of the day France declared war on Germany in 1939. Siouxsie sure had balls; she refused to remove the offending armband, and continued to wear it the rest of the evening at the after-party.

The City of Lights held a wild promise. To walk through the “rue Morgue” and drink in the Gallic nightlife was stimulating, but the gig I had just seen stayed with me, lodged in my brain. I don’t remember too much after it except waking up in the driver’s seat of my van looking onto the River Seine, a peaceful Saturday morning, the calm before the proverbial storm.

 

 

Roger Waters: ‘Caiam na real, eu não estou mais no Pink Floyd’

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ROGER WATERS intimou aqueles que acham que ele ainda é um membro do PINK FLOYD a ‘caírem na real’ depois de várias perguntas sobre o vindouro álbum do grupo.

DAVID GILMOUR e NICK MASON lançarão ‘The Endless River como um tributo ao finado RICK WRIGHT – nas Waters, que saiu da banda em 1985, não está envolvido.

Ele disse em um comunicado: “Algumas pessoas têm perguntado a minha esposa sobre um novo disco que lançarei em novembro. Elas provavelmente estão confusas. David Gilmour e Nick Mason vão lançar um disco. David e Nick formam o grupo Pink Floyd. Eu, por outro lado, não faço parte do Pink Floyd. Eu saí 29 anos atrás. Eu não tive nada a ver com nenhum dos discos de estúdio, ‘A Momentary Lapse of Reason’ e ‘The Division Bell’, nem com as turnês de 1987 e 1994, e não tenho nada a ver com ‘The Endless River’. Isso não é tão difícil, gente – caiam na real.”

Waters e seus antigos colegas de banda resolveram suas diferenças muitos anos atrás, e a última aparição dos quatros membros ocorreu no Live 8 em 2005, três anos antes da morte de Wright em decorrência do câncer. Os três sobreviventes apareceram juntos durante uma performance de Waters para ‘The Wall’ em Londres, 2011.

 

 

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