Steven Tyler: “Eu alertei o Guns N’ Roses sobre as drogas”

Aerosmith's Steven Tyler: 'I warned Guns N Roses about drugs'

O frontman do AEROSMITH, STEVEN TYLER, falou abertamente sobre seu período excursionando com o GUNS N’ ROSES no fim dos anos 80 – lembrando-se do caótico uso de drogas por parte da banda de W. AXL ROSE.

A banda de Boston e os autores de ‘Paradise City’ realizaram uma turnê conjunta em seus tempos áureos, quando Tyler lembra de tê-los avisado sobre as drogas e o risco delas tirarem Slash & Cia. da empreitada – já que os veteranos estavam em processo de recuperação.

Eu reuni todos eles e disse, ‘se vocês mandarem alguma coisa no camarim, eu vou usar também – e se eu usar, vocês serão expulsos da turnê”, disse Tyler ao site Contact Music. “Funcionou por um minuto e daí, claro que… você não tem como impedir nada.”

Tyler e o ex-guitarrista do GN’R, SLASH, voltam à estrada juntos nos EUA esse verão do hemisfério norte.

 

 

Max Cavalera: as drogas e desatinos do período com o Sepultura

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O frontman do SOULFLY, MAX CAVALERA, tem feito a divulgação da edição em inglês de sua autobiografia, “My Bloody Roots: From Sepultura to Soulfly and Beyond – The Autobiography”, lançada ontem nos EUA, e falando com o jornal Phoenix New Times, mencionou algumas das passagens mais loucas da obra:

Eu emputeci muita gente. Eu chamei a ex-esposa de Iggor de puta. Paulo não tocou em muitos dos discos. É a verdade. Muita gente não sabia disso. Eu não quis esconder nada. Foi verdadeiro. Até minhas merdas com drogas e álcool. Eu abusei pra cacete deles. Eu não sei como eu sobrevivi. Eu estava tomando tipo, 25 comprimidos de Vicodin por dia e bebendo duas garrafas de vinho por cima. As pessoas precisam saber dessa merda.

Eu estou limpo faz uns oito anos agora.

O começo do Sepultura… era eu pulando pelo palco feito um Diabo da tasmânia e isso era geralmente depois de seis doses de vodka e alguns analgésicos, mas eu não ficava chapado. Era combustível para o show.

Eu sou humano, você sabe, e vulnerável como todo mundo. Eu luto contra demônios contra todo mundo. Foi duro largar de certas coisas. Eu gosto de beber. Eu gosto de ficar chapado. Eu nunca teria vomitado em Eddie Vedder, mas vomitei porque estava chapado. Mesma coisa com Lemmy. Eu nunca teria jogado vinho na cabeça dele, mas eu estava chapado. Eu nunca teria feito isso agora – não em meu estado de sanidade mental – mas eu não aceitava viver de outro modo.

Eu queria que o Sepultura tocasse ‘Orgasmatron’, mas Lemmy não nos deixava, então eu fiquei puto e na ultima noite daquela turnê, todos subimos ao palco durante a última música do Motörhead pelados [risos] com meias em nossas pirocas e arruinamos a noite deles. Lemmy ficou muito puto e gritou com Gloria. Ele disse a ela que nunca daríamos certo no rock n’ roll e que éramos não-profissionais e toda aquela merda. Temos dado risada disso desde então, e acho que ganhamos o respeito deles, de certo modo.

 

 

Black Sabbath: “Adoraria tocar com eles de novo”, diz Vinny Appice

VINNY APPICE 'Would Love' To Play With BLACK SABBATH Again: 'I'm Here For Them If They Need Me'

FREDERIK POLBACK do programa radiofônico sueco dedicado ao classic rock “Radio Fireball” conversou semana passada com o decano baterista VINNY APPICE [BLACK SABBATH, HEAVEN & HELL, DIO, LAST IN LINE]. O que segue abaixo é uma compilação de trechos da entrevista traduzidos para o português.

Sobre RONNIE JAMES DIO:

“Éramos como irmãos. Tínhamos muito em comum. Ambos de Nova Iorque, ambos italianos. Gostávamos das mesmas comidas, odiávamos muito das mesmas comidas. A única grande diferença era que ele adorava esportes e eu não ligo nada para esportes. Eu nunca liguei. E isso era o divertido. Quando ele assistia a jogos, eu assistia com ele e ele me explicava as regras. Eu não sei o que acontece ali. ‘Por que ele fez aquilo? ’ Ronnie adorava explicar. Nos dávamos muito bem. Ele era um cantor fabuloso, uma pessoa criativa fabulosa. Foi demais poder tocar com ele. Ele era um workaholic. Se dependesse de Ronnie, ele trabalharia 15 horas por dia com música. Ele ficava focado naquilo. A vida dele era música. A vida dele eram seus fãs. Ele sempre estava tentando melhorar e melhorar e melhorar. Ele sempre estava compondo. Ele sempre queria sair em turnê. Ele nunca parou de excursionar em toda sua carreira. Algumas pessoas dizem que ele era um perfeccionista, mas ele só queria dar o melhor que pudesse e eu achava fácil trabalhar com Ronnie. Algumas pessoas não achavam, algumas pessoas ficavam um pouco estressadas, mas a maioria de nós captava o que ele estava tentando fazer e trabalhávamos duro naquilo. Quando estávamos gravando ‘Dehumanizer’ e ‘The Devil You Know’, nós gravamos no País de Gales. Tivemos que morar lá por um mês ou algo assim, então era como estarmos longe de casa por muito tempo. E saíamos para caminhar o tempo todo, conversando. Coisa desse tipo não tem preço. Depois de toda a loucura de tudo a nosso redor – nós excursionávamos e tocávamos e dávamos entrevistas e isso e aquilo – era apenas uma inocente caminhada. Bons tempos. Mesma coisa com Tony [Íons] e Geisel [Boiler]. Algumas vezes todos saíamos para caminhar, a banda toda. Apenas quatro amigos saindo para caminhar, conversando.”

Sobre excursionar com DIO, BLACK SABBATH e HEAVEN & HELL:

“Nós sempre ficávamos nos mesmos quartos de hotel. Todo mundo tinha o mesmo quarto. Não ficávamos em um quarto, todo mundo tinha seu quarto [risos]. Com Dio, muitas vezes, íamos se avião sempre que podíamos. Se pudesse ser na classe executiva, íamos, se não, íamos em outra. Mais pro final, Ronnie tinha muitas milhas e ele sempre fazia o upgrade para classe executiva. E eu também. Com o Sabbath, sempre íamos na classe executiva e ficávamos em bons hotéis. Na verdade, alguns dos hotéis do Heaven & Hell eram tão bons, mas eram bem longe do local do show, e Ronnie queria ficar mais perto. Então pegávamos outro não tão bom. Ao invés de ficar no Ritz Carlton, ficávamos no Marriott ou no Hyatt. Algo mais perto da cidade.”

Sobre o porquê de ele não ter sido chamado para tocar com o BLACK SABBATH depois de o baterista original, BILL WARD, ter recusado reunir-se com a banda no fim de 2012:

“Eu acho que provavelmente tem algo a ver com termos feito quatro anos com o HEAVEN & HELL e era o Tony, Geezer e eu. Se eu estivesse no Sabbath hoje em dia, seria Tony, Geezer, eu e Ozzy. Talvez Ozzy tenha achado isso estranho, ou talvez a banda tenha achado esquisito, como se fosse o H&H com Ozzy e eles quisessem manter uma diferença. E houve diferentes produtores envolvidos. RICK RUBIN foi envolvido. Ele conhece o baterista que estava na banda, BRAD [WILK, do RAGE AGAINST THE MACHINE]. Ele não me conhece. Pode ser uma infinidade de coisas. Eles sabem que eu amaria fazer isso e estou aqui pra eles, caso eles precisem.”

Guitar Gods: assista vídeo promocional da tour dos virtuosos

Assista abaixo ao vídeo promocional da turnê que o virtuoso sueco YNGWIE MALMSTEEN encabeçará, a GUITAR GODS 2014, que deverá percorrer a América do Norte por Junho e Julho.

Junto a Malmsteen em todos os shows, estarão RON “BUMBLEFOOT” THAL [GUNS N' ROSES],  ULI JON ROTH [SCORPIONS] e GARY HOEY.

 

 

Black Label Society: novo álbum estreia em #5 na Billboard

O novo álbum do BLACK LABEL SOCIETY, o excelente “Catacombs Of The Black Vatican”, vendeu em torno de 26mil cópias nos EUA em sua primeira semana de comercialização, o que lhe garantiu o #5 na parada da edição estadunidense da revista Billboard, auditada pela empresa Nielsen através do método Soundscan de coletas.

O disco anterior do grupo, “Order Of The Black”, abriu sua primeira semana com por volta de 33mil cópias e chegou ao #4 daquele ranking.

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Slash: Assista ao oitavo episódio da série “Real To Reel”

A ERNIE BALL, um dos maiores fabricantes de encordamentos para guitarra e acessórios para instrumentos do mundo, estabeleceu uma parceria com o guitarrista inglês SLASH para lançar uma nova série de vídeos produzidos pela empresa. A série, intitulada “Real To Reel with Slash“, cobrirá as gravações do terceiro álbum de estúdio do guitarrista emérito do GUNS N’ ROSES.

A empreitada inovadora registrará, com riqueza de detalhes, o processo criativo e técnico ao qual o grupo, que também conta com o vocalista MYLES KENNEDY, TODD KERNS e BRENT FRITZ, está se submetendo.

Assista ao sexto episódio abaixo:

 

 

Mötley Crüe: ‘Reunião com Corabi? Não enquanto eu viver’, diz Sixx

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Durante mais uma de suas sessões de perguntas e respostas com os fãs via Twitter, o baixista e fundador do MÖTLEY CRÜE, NIKKI SIXX, deixou transparecer mais uma vez sua recorrente e claudicante mágoa com o vocalista JOHN CORABI, que integrou a banda de 1992 a 1996 e com ela lançou dois álbuns, “Mötley Crüe” e “Quaternary” [ambos de 1994] – gravados durante as sessões que, segundo muitos refletem o momento musical mais rico, inspirado e pesado da história do grupo.

Corabi, egresso do THE SCREAM para o Crüe após o rompimento deles com VINCE NEIL, chegou ainda a colaborar com Sixx em idos de 2002, quando este e o guitarrista TRACII GUNS montaram o malfadado projeto punk-pop BRIDES OF DESTRUCTION, do qual John se desligaria ainda no estágio das demos por achar o direcionamento musical muito pouco empolgante. Após sua demissão do Mötley em 1996, ele ainda fora orientado pelo próprio Sixx a procurar outro desabrigado, BRUCE KULICK, que estava em resguardo do KI$$ após a volta da formação original. Juntos, eles formariam o UNION.

Como tudo na indústria do show business, as pendências legais e financeiras entre Corabi e os empresários e a gravadora do Crüe tiveram que ser decididas diante de um magistrado, e é isso que parece ainda incomodar ao baixista.

Respondendo aos fãs, Nikki deixou claros seus sentimentos em relação à Corabi e às perspectivas de trabalhar com ele mais uma vez:

@TheBigTime001: Lá no fundo, você deseja que John tivesse ficado na banda??

@NikkiSixx: JOHN QUEM? O QUE NOS PROCESSOU POR GANÂNCIA?

@RJRod72: Haverá uma tour de reunião do Mötley com John Corabi depois da atual turnê do Crüe?

@NikkiSixx: NÃO ENQUANTO EU FOR VIVO

@Byron6473: Mas John não foi do Brides Of Destruction depois do processo? Estranho, eu achava que vocês estavam de boa um com o outro…

@NikkiSixx: TODO MUNDO QUER SEU DINHEIRO

 

Guns N’ Roses: sete membros foram vítimas da lexicografia no PE

Fez seu primeiro show ontem em Olinda, na Grande Recife, o GUNS N’ ROSES, e como qualquer banda de porte considerável que se apresente no Brasil, o grupo foi alvo de um sindicato de camelôs e ambulantes vendendo uma vasta gama de porcarias e badulaques de origem duvidosa aos incautos.

Foi nesse templo de infiéis que o site Perfect Crime – quiçá o mais confiável e lépido dentre todos os séquitos brasileiros sobre todas as coisas GN’R – registrou uma ocorrência de chacina lexicográfica que vitimou a sete dos oito [ainda são só oito mesmo?] integrantes da agremiação musical da Unidos de Nossa Senhora da Rainha de Los Angeles.

Aprecie abaixo um flagrante brutal do descaso das autoridades com as prostitutas locais, que, ao serem forçadas a estudarem inglês para receber turistas durante a Copa do Mundo, tiveram que deixar seus filhos nas creches confeccionando merchandise para vender no semáforo:

Lexico

 

 

Motörhead: vídeo de ‘Overkill’ com Slash no Coachella Festival

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A decana banda londrina de metal MOTÖRHEAD, junto com o convidado igualmente bretão SLASH [GUNS N’ ROSES, VELVET REVOLVER], fez enfim um retorno digno de sua grandeza no último domingo, no palco do Coachella Valley Music & Arts Festival.

O frontman LEMMY KILMISTER, apresentou Slash como ‘um amigo nosso, um amigo de vocês’, enquanto o homem da cartola preta subia ao palco como de costume: com os olhos cobertos pelos longos cachos. O guitarrista foi ovacionado calorosamente, e de pronto, mandou a cacetada ‘Ace Of Spades’ com a banda. Ele ainda ficou para mais uma música, a igualmente bélica ‘Overkill’ antes de todos os músicos serem saudados ao fim da apresentação na tenda Mojave.

 

Pink Floyd: novos remixes em som surround 5:1 encantam críticos

Por ROBER BAIRD para o site STEREOPHILE

No dia 12 de Abril, sábado passado, JOHN ATKINSON e eu desbravamos pedágios, intermináveis no tráfego de Nova Jérsei, e um engarrafamento bastante irritante [mas hey, foi só um!] para irmos até uma audição na McAlpin Hall no Edifício Woolworth no campus da Universidade de Princeton que fazia parte de uma conferência interdisciplinar, ‘Pink Floyd: Sight, Sound and Structure’.

Lá ouvimos ao engenheiro de longa data do Floyd, JAMES GUTHRIE, tocar o mix em surround 5:1 canais do álbum ‘Amused to Death’,  de ROGER WATERS,seguido pela execução no mesmo setup com falantes ATS, das mixagens em som surround previamente lançadas de ‘Dark Side Of The Moon’ e ‘Wish You Were Here’.

Abordando nada gentilmente a guerra, o capitalismo e Jeová, ‘Amused’ nunca será uma audição fácil. E o fato de que a sala não era a ideal e o volume estava inteiramente alto demais [meus ouvidos ficaram zumbindo depois] tiraram um pouco do brilho das mixagens meticulosas de Guthrie. Ainda assim, ao distinguir os grilos, a voz de um fuzileiro real e os outros samples que Waters usou em faixas como ‘Ballad of Bill Hubbard’ e ‘What God Wants [Pt. 1, 2 e 3]’ em torno e atrás da plateia, fez da audição uma experiência muito diferente da de ouvir as costumeiras mixagens em dois canais. Melhor? Essa e uma decisão que cabe aos ouvidos e sensibilidades de cada um. Certos trechos, como, por exemplo, os ruídos de dinheiro e de caixa registradora em ‘Money’, parecem transparecer particularmente melhores em surround do que os trechos apenas com instrumentos.

Tais novas mixagens serão lançadas ao longo de 2014 – a data ainda não está definida – através de downloads de alta definição no site ACOUSTIC SOUNDS de CHAD KASSEM e em um combo CD/DVD do selo Sony/Legacy.

 

 

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