Creed: Scott crê estar sendo treinado pela CIA para matar Obama

Os recentes apuros de SCOTT STAPP têm sido bem documentados, à media que o vocalista do CREED revelava, com uma série de vídeos em primeira pessoa, que ele estava ‘falido’ e vivendo em uma picape, acusando ao governo de bloquear seu dinheiro. Tudo isso veio à tona depois de sua esposa JACKLYN pedir divórcio, acusando-o de abuso de drogas e mensagens de texto bizarras.

Agora, o credibilíssimo site estadunidense TMZ divulga a gravação deum telefonema para o serviço de emergência feita mês passado, na qual JACKLYN e a cunhada de Scott ligam para o gabinete do Xerife local e afirmam que Scott está circulando de bicicleta, sem camisa, com o que ele diz serem documentos da CUA e que ele acha que ‘ele deve matar a Obama’.

Elas ainda explicam que Scott acha que ele está sendo treinado pela CIA e que ele tem entrado e saído de hospícios e que tem um histórico de esquizofrenia e paranoia. Elas estavam, supostamente pelo menos, tentando fazer com que ele fosse internado compulsoriamente em uma clínica psiquiátrica   na época.

Enquanto isso, o TMZ também publicou o áudio de uma ligação para a emergência que Scott fizera por volta do mesmo período, afirmando que sua esposa havia roubado seu veículo e fica amolado quando o dizem que se ele ainda for casado com ela, aquilo não pode ser considerado um roubo. “Eu posso ir para a casa agora e roubar o carro dela?”, pergunta Scott a certa altura. Ele também diz que Jacklyn estava tentando chantageá-lo, ameaçando divulgar fotos que poderiam potencialmente destruir sua carreira.

 

 

Mötley Crüe: da ruas de LA ao Olimpo no US Festival de 1983

US Festival 1983 - San Bernadino CA

Por GAVIN EDWARDS

Em maio de 1983, o MÖTLEY CRÜE acabara de assinar com a Elektra Records, mas estavam correndo o risco de serem dispensados antes mesmo de lançarem um disco sequer pelo selo. Quem os salvou? O cofundador da APPLE, Steve Wozniak, que tinha muito dinheiro de sobra em seus bolsos.

Wozniak, o engenheiro que fundara a Apple com STEVE JOBS, tinha pego uma licença da empresa no começo dos anos 80, ao não demonstrar muito interesse em fazer a transição para o alto escalão do negócio. Ao invés disso, ele patrocinou um enorme show se rock chamado US Festival, que teve edições em 1982 e 1983 antes de afundar em meio a milhões de dólares em dívidas.

O elenco de 1982 foi basicamente os favoritos da MTV daquele ano [The Cars, The Police, Tom Petty, Talking Heads], mas no ano seguinte houve uma divisão de gêneros, com dias separados dedicados à New Wave, Rock e Heavy Metal. O Mötley Crüe, que eram famosos na Sunset Strip e olhe lá, conseguiram uma vaga no cast do dia 29 de maio, um domingo, junto com OZZY OSBOURNE, JUDAS PRIEST e o SCORPIONS. O VAN HALEN supostamente recebera um milhão de dólares para tocar no mesmo dia, e gastou a maior parte disso em uma festa muito bem organizada.

O festival ocorreu em San Bernardino, Califórnia [cerca de 100 km de Hollywood] – o VJ da MTV Mark Goodman descrevera o local como ‘quente e empoeirado e sujo’. O vocalista VINCE NEIL lembra-se de ter chegado de helicóptero [sua primeira vez em um], sentindo-se muito bem por causa da mistura de Jack Daniel’s, comprimidos e ‘a cabeça de uma loira subindo e descendo no meu colo’. Foi aí que a realidade bateu à porta: a banda dele era relativamente desconhecida, e o set list deles era composto quase que totalmente por músicas desconhecidas do álbum ‘Shout At The Devil’, que eles haviam acabado de começar a gravar [e seria lançado em setembro daquele ano].

Ainda que os milhares de metalheads presentes estivessem esperando pelo Van Halen, o Crüe os arrebatou em um set de 45 minutos que mostrava como era o grupo no exato momento em que eles saíram de cena dos bares. O ponto alto da performance fora o futuro single ‘Looks That Kill’, que também servia como uma autodescrição do grupo, bastante preocupado com a imagem. O baixista e compositor NIKKI SIXX, que completou 56 anos essa semana, tinha apenas 24 anos na época, e, apesar de ter mais de 1m85 descalço, ainda crescia vários centímetros com enormes botas de plataforma. O guitarrista MICK MARS, que anos depois se tornaria uma estátua virtual no palco por causa de problemas com a artrite e a coluna, era bastante móvel e agressivo ao vivo. Vince Neil era uma visão acachapante de laquê de cabelo e maquilagem Kabuki. E o baterista TOMMY LEE era o motor que garantia que a banda mandasse muito bem.

 

Como Neil comemorou o show triunfante? Comendo a moça que estava com o A&R deles na Elektra, TOM ZUTAUT. Sixx ficou furioso, sabendo que Zutaut tinha o potencial de catapultar a carreira deles – mas quando Zutaut ficara sabendo anos depois [enquanto era entrevistado para a biografia literária do grupo, ‘The Dirt’], ele deu de ombros, dizendo, ‘se alguém fosse importante pra mim, eu não a levaria para um show daquele tipo. Tampouco a deixaria no trailer com qualquer membro do Mötley Crüe’. Menos de um ano depois do US Festival, ‘Shout At The Devil’ chegou a disco de Platina. Steve Jobs pode ter sido responsável pelo iPhone e pela Pixar, mas Steve Wozniak pode se gabar da carreira do Mötley Crüe como um de seus legados.

 

 

James Hetfield: frontman não se considera ‘bom exemplo pra ninguém’

O frontman do METALLICA, JAMES HETFIELD, revelou que seu medo de responsabilidade, que perdurou por toda sua vida, foi o que causou problemas para a recuperação do alcoolismo.

E ele afirma que completar 50 anos de idade ano passado lhe trouxe novas preocupações sobre ser tido como um modelo a ser seguido.

Em agosto, ele discutiu seu método para contar com os fãs quanto ele sofria de falta de autoconfiança no palco.

Agora, ele diz em um vídeo para a organização que visa o combate ao vício ROAD RECOVERY: “Eu tenho tido medo de responsabilidade minha vida toda – não querendo assumir a responsabilidade por mim mesmo.”

Ele se lembra de uma sessão ainda no primeiro grau escolar quando ele fora instruído a trabalhar com um grupo de outros alunos em um projeto de um filme. “Eu disse, ‘Hey, que tal fazermos isso?’ e todas essas ideias. E daí eles disseram, ‘Okay, agora escolham seus líderes, quem será o responsável pelo grupo.’

“Eu encolhi, cara. Fiquei com medo. O grupo dizia, ‘Você é o líder porque você teve todas as ideias’. E eu respondia, ‘Não, não, não’ – e pulei fora. Eu tinha medo de responsabilidade. Medo do fracasso, talvez; medo de eu não saber de fato o que eu estava fazendo.”

Ele admite: “Isso é meio como eu me sinto na recuperação. Medo de aceitar a responsabilidade dos padrinhos do AA, de me permitir me destacar e brilhar daquele modo.”

Ele ainda acrescenta: “Outro medo meu: completar 50 anos. É pra eu saber de tudo. Eu tenho que ser um exemplo e ensinar a todos.
“Quando você se acha um exemplo, adivinha só? Você não o é. Ser você mesmo e ser o melhor que você pode ser, daí talvez você possa ser exemplo pra alguém.”

 

 

Machine Head: homenagem a Dimebag Darrel com medley do Pantera

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A última segunda-feira marcou o décimo aniversário da morte do primeiro e único DIMEBAG DARRELL, e em meio a homenagens conduzidas ao redor do mundo, destacamos a do MACHINE HEAD, que no último domingo, em Londres, celebrou a obra do guitarrista texano ao executar um medley de 14 minutos com clássicos do PANTERA.

Assista mais abaixo, em stream de vídeo, a versão de “Fucking Hostile”, seguida por um pout-pourri de ‘A New Level’, ‘I’m Broken’, ‘Mouth For War’, ‘Domination’, ‘Cowboys Fom Hell’ e ‘Walk’.

 

 

 

Pantera: policial que matou assassino de Dime ainda sofre com trauma

O oficial de polícia que deu fim ao massacre de inocentes que vitimou a DIMEBAG DARRELL perdeu sua carreira como resultado daquele episódio.

JAMES NIGGEMEYER atirou e matou Nathan Gale na casa noturna Alrosa Villa em Columbus, Ohio, no dia 8 de Dezembro de 2004, logo após ele ter assassinado o icônico guitarrista do PANTERA e três outras pessoas, além de ter ferido a outras sete.

Mas ele teve que deixar a polícia três anos depois, e diz que ele nunca se recuperou da dor emocional do horroroso incidente.

Niggemeyer disse ao jornal Columbus Dispatch: “Eu fui diagnosticado com distúrbio de stress pós-traumático e distúrbio de ansiedade aguda.

“Eu descobri que você não tem controle algum sobre seu cérebro. Ele faz o que quiser. Os policiais são seres humanos normais – as coisas nos afetam do mesmo jeito que afetam aos cidadãos comuns. Nós lembramos e temos que lidar com aquilo.”

Depois de ter sido removido de campo, ele teve baixa da polícia, apesar de ainda trabalhar para o município. “Aquilo mudou o rumo da minha carreira, e não foi pra melhor”, ele reflete. E comenta. “Eu fico feliz por ter podido acabar com aquela situação e impedir que mais tragédias ocorressem depois que eu cheguei. Mas aquilo não melhorou minha vida em nada.”

Niggemeyer, agora com 41 anos, permanece passando por terapia.

O dono da casa noturna, Rick Cautella, lembra-se de como Gale, que tinha um histórico de doenças mentais, ainda tinha 35 balas e estava segurando um roadie como refém quando Niggemeyer entrou no clube e atirou nele. “Você sabe quantas mais vidas ele poderia ter ceifado naquela noite?”, questiona Cautela. “Foi inacreditável.”

Mas Niggemeyer insiste que os louros devem ser colocados naqueles no local que tentaram agir antes de ele chegar, dizendo: “Quando a tragédia chega, há pessoas que a encaram – fincam o pé cara a cara com a morte e dão suas vidas para salvarem outras. Eles fizeram isso sem polícia ali, sem armas. Aqueles são os heróis de verdade para mim.”

Em maio, o lutador de MMA MATT BROWN, que estava no clube durante o massacre, lembrou dos eventos da fatídica noite, declarando: “Dimebag estava no chão. Eu não havia escutado nenhum tiro, mas eu vi sangue e achei que ele tivesse sido esfaqueado. Corremos pro palco – ‘Vamos lá, vamos pegar esse cara’. Eu pensava, ‘Alguém tem que fazer alguma coisa’.”

 

Babymetal: ‘troo’ posta siricutico de indignação em vídeo – veja

Veja abaixo, cortesia do site METAL INJECTION, o vídeo original em inglês com o piti verborrágico de um marmanjo crescido, dotado de uma autoatribuída incumbência de ser o ‘troo gatekeeper of Metal’ e que se sente ultrajado pelo fato de a banda feminina nipônica BABYMETAL sequer existir, e ainda ter tanta atenção da mídia.

Acompanhem o siricutico do sujeito no stream abaixo.

 

 

 

Extreme: ‘Pornograffitti’ terá reedição em CD duplo de luxo em 2015

O clássico álbum ‘Pornograffitti’, da banda EXTREME, será relançado em uma edição de luxo com dois CDs no dia 19 de Janeiro próximo. O CD-bônus terá remixes, lados B, versões diferentes e acapella, incluindo aí quatro diferentes do grande sucesso do grupo, ‘More Than Words’

O track list do compêndio segue abaixo:

Disco 1
“Decadance Dance”
“Li’l Jack Horny”
“When I’m President”
“Get The Funk Out”
“More Than Words”
“Money (In God We Trust)”
“It (‘s A Monster)”
“Pornograffitti”
“When I First Kissed You”
“Suzi (Wants Her All Day What?)”
“He-Man Woman Hater”
“Song For Love”
“Hole Hearted”

Disco 2
“More Than Words” (Remix)
“Nice Place To Visit” (B-side)
“More Than Words” (Radio Edit)
“Decadence Dance” (Edit)
“Money (In God We Trust)” (Edit)
“More Than Words” (Acapella)
“Get The Funk Out” (What The Funk? Mix)
“More Than Words” (A Cappella With Congas)
“Get The Funk Out” (12 “Remix)
“Sex N ‘Love” (B-side)

 

Hi-Res Audio: Veja comovente vídeo-promo do novo celular Sony

Com a ascendente popularidade do áudio em alta resolução, tanto os fãs como os artistas estão enfim podendo viver a experiência musical como nunca antes puderam.

No vídeo abaixo, divulgado pela japonesa SONY, um arquivista musical apaixonado descobre uma fita 47 anos após ela ter sido gravada originalmente e a compartilha, digitalizada, com o artista.

 

 

 

Hellyeah: ‘Bandas novas não deviam tentar ser um novo Nickelback’

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O guitarrista do HELLYEAH, TOM MAWELL, desafia as bandas ascendentes na cena a fazerem álbuns mais fortes ao invés de se concentrarem em um bando de singles formatados para tocarem nas rádios.

E ele ainda acha que muitos músicos jovens não tentam o suficiente estabelecerem suas próprias identidades sônicas – o que seria a razão pela qual as vendas de discos continuam a despencar.

Ele disse à rádio KJAG: “Eu ouço ao rádio e tem essas bandas, e não consigo diferenciar uma da outra. Há uns mil Nickelbacks. Há um novo Slipknot aparecendo de vez em quando. E é tudo merda – sem foco nem paixão.”

Ele acredita que o problema seja; “A maioria dessas bandas novas está compondo para aquele single. Elas querem entrar nas paradas.” E avisa: “Há muita competição por aí. A menos que você tenha algo que realmente fale alto e possa lhe separar do resto da matilha, você só vai seguir os cordeiros.”

Maxwell acha que a solução é que os artistas iniciantes ‘busquem dentro de si, musicalmente’. Ele acrescenta:  ‘As bandas precisam cavar fundo e se reinventarem. Elas precisam fazer discos da primeira até a última música – não apenas duas boas e o resto ser uma merda

“É por isso que as pessoas não compram discos. Elas vão ao iTunes e ficam tipo, ‘Bem, eu só gosto dessa música, eu só gosto daquela música’, e o resto do disco que se foda. Elas não se importam se é uma obra completa.”

 

Def Leppard: banda já de volta ao estúdio para novo CD em 2015

O frontman do DEF LEPPARD, JOE ELLIOTT, revelou que a banda recomeçou a trabalhar em estúdio visando seu décimo LP.

Ele afirmara antes que o sucessor de “Songs From The Sparkle Lounge”, de 2008, seria ‘muito mais básico e cru’ do que os CDs recentes do grupo. O trabalho havia sido desacelerado pela agenda ao vivo da banda e pelo tratamento de saúde do guitarrista VIVIAN CAMPBELL.

Agora Elliott disse ao jornal irlandês Belfast Telegraph: “Voltamos e agora esperamos terminar tudo até março. Eu estava em estúdio noite passada, na verdade, e volto hoje – eu não quero desgastar minha voz.”

O projeto foi iniciado no começo desse ano com uma maratona de composição que resultara em material para 15 faixas.

Enquanto isso, Campbell, que deixou o hospital semanas antes do previsto após sua cirurgia para tratar do linfoma de Hodgkin, também está trabalhando em novo material com o LAST IN LINE, com os ex-membros da banda DIO, VINNY APPICE, CLAUDE SCHNELL e JIMMY BAIN, além do novo frontman ANDREW FREEMAN.

Ele diz: “Voltamos ao estúdio essa semana, compondo as últimas músicas para o novo disco. As gravações recomeçam no começo de janeiro e JEFF PILSON produzirá. É bom demais tocar minha Les Paul assim de novo.”

 

 

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