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Mötley Crüe: ‘Kickstart My Heart’ é plágio descarado de Sweet?

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O álbum ‘Dr. Feelgood’, do MÖTLEY CRÜE, lançado em 1989, permanece sendo o de maior venda na curta fonografia da banda – e também o título que mais contribuiu com faixas para escolhas de set list do grupo desde aquele ano, chegando a ser executado na íntegra em 2009 durante um trecho comemorativo a seus 20 anos.

Duas faixas de ‘Dr. Feelgood’, a título e ‘Kickstart My Heart’ [essa o grande sucesso daquele CD] têm sido apontadas, desde então como ‘demasiadamente influenciadas’ por sucessos dos anos 70, e isso veio à tona semana passada, quando estive em conferência com Bruce William e João Paulo Andrade na suntuosa residência deste nos Lençóis Maranhenses. Ao ouvir mais uma vez o disco no player Meridian modelo 808 V6 recém-comprado pelo JP, quatro conclusões são bem fundamentadas:

1] ‘Dr. Feelgood’ tem o mesmo riff de introdução de ‘The Night Of The Long Knives’, do álbum ‘For Those About To Rock’ [1981] do AC/DC.

2] Conforme o baixista e mentor musical do grupo, NIKKI SIXX, já admitira, a levada da bateria de ‘Kickstart My Heart’ é pesadamente inspirada em ‘Ballroom Blitz’, do álbum ‘Desolation Boulevard’, [1974] do grupo inglês SWEET.

3] A introdução ‘Belina 77 rasgando a avenida’ de ‘Kickstart My Heart’ bebe em ‘Bad Motor Scooter’, do álbum ‘Montrose’ [1973] do MONTROSE.

4] ‘Kickstart My Heart’ é um plágio descarado de ‘Hellraiser’, do SWEET, do álbum ‘The Sweet’, de 1973. Assista à performance abaixo para tirar qualquer dúvida.

O Sweet é uma influência bastante forte no som do Mötley Crüe, e um cover deles chegou a ser gravado pelo vocalista VINCE NEIL em seu primeiro álbum solo, ‘Exposed’ [1993]: ‘Set Me Free’, originalmente no disco ‘Sweet Fanny Adams’, de 1974. Outro grande nome do hard rock oitentista – mas do lado europeu do Atlântico – o DEF LEPPARD, também é réu confesso da força do grupo londrino sobre seu material, e gravou uma versão de ‘Hellraiser’ para o CD de covers ‘Yeah! ’ de 2006.

 

 

Mötley Crüe: Vince Neil e Nicolas Cage saem na porrada em hotel

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Não que isso seja exatamente uma surpresa dados os envolvidos, mas adquire contornos insólitos quando se leva em consideração que eles sempre foram amigos.

De acordo com o site TMZ, o ator estadunidense NICOLAS CAGE teve um episódio de pugilato com o vocalista emérito do MÖTLEY CRÜE, VINCE NEIL, ontem, na frente de um hotel em Las Vegas.

O site afirma que o astro de ‘Despedida em Las Vegas ‘ [pelo qual ganhou um Oscar] partiu para cima de Neil após este ter atacado fisicamente a uma mulher [que alguns já especulam ser a namorada, RAIN, que teria sido submetida a episódios similares nos últimos meses].

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Cage é citado por Neil no livro ‘The Dirt’ [autobiografia do Mötley Crüe] de forma afetuosa, e já há quem se manifeste na internet dizendo que o ator conteve Vince e o retirou do local para que ele não fosse preso de imediato.

O TMZ declara ainda que Neil agora é ‘sujeito de uma investigação criminal’ [o que implica que um boletim de ocorrência foi feito].

Maiores detalhes em breve.

 

Mötley Crüe: 18 anos atrás, Vince Neil fazia história no vídeo pornô

18 anos atrás, nesta data, o vocalista do MÖTLEY CRÜE, VINCE NEIL, tornava-se o primeiro homem a ser visto em vídeo tendo relações sexuais com a PATCHA DE UMA GOSTOSA da Janine Lindemulder, deusa dos anos 90.

Em vídeo gravado no Havaí, os 2 estão acompanhados de Brandy Sanders [aka Brandy Ledford] e cometem atos inenarráveis. Indiscrição ou não, e julgamentos morais à parte, convenhamos: ter uma fita caseira sua com a maior Vivid Girl daquela década lançada em circuito comercial e ainda ganhar $$ com isso não soa como algo tão reprovável assim.

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Mötley Crüe: Banda já havia morrido e jamais voltará, diz Sixx

As últimas entrevistas concedidas em vídeo pelo MÖTLEY CRÜE como banda, antes do término oficial do grupo em 31 de dezembro passado irão “revelar o drama e a dor” de estar em uma organização que havia perdido toda sua criatividade, diz Nikki Sixx.

Os membros falaram francamente com as câmeras ligadas antes da derradeira apresentação, e tudo isso será mostrado quando o material for lançado ao público.

O grupo já havia assinado um documento que impede que a marca se reúna para tocar ao vivo após a turnê que marcou sua despedida.

Sixx disse à revista inglesa Classic Rock: “Temos uma série de documentários sobre a última noite, com muitas entrevistas. É meio que a última noite do mundo, estando juntos.

“É interessante, porque nós falamos a respeito um do outro de modo carinhoso – mas não exatamente. Nós somos transparentes quanto à situação. Falamos sobre o drama e a dor de estar em uma banda que parou de funcionar com criatividade, e se movimentava apenas em movimentos totalmente mecânicos. ”

Enfatizando que o SIXX: AM agora é sua banda principal, ele reafirma que não tem planos de revisitar o material do Crüe:

“Eu quero deixar aquilo intacto. Dissemos o que tínhamos a dizer. Tenho orgulho do que fizemos – eu não quero desgraçar tudo com vulgaridades. ”

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Mötley Crüe: Mick Mars grava com Sebastian Bach e RUN DMC

O guitarrista emérito do MÖTLEY CRÜE, MICK MARS, encontra-se gravando seu primeiro disco solo, [que deverá chamar-se “1313”, em alusão ás iniciais de seu nome e sobrenome, décima-terceira letra do alfabeto], mas isso não o impede de colaborar com outros projetos.

Mick participou recentemente de uma nova versão do clássico do LEADBELLY, “Black Betty”, com os rappers nova-iorquinos do RUN DMC. Somam-se à empreitada o vocalista bahamense SEBASTIAN BACH e o baterista do BLINK 182, TRAVIS BARKER.

“Black Betty” foi regravada com bastante sucesso no fim dos anos 70 pelo RAM JAM.

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Mötley Crüe: Mick Mars enfim revela trechos de CD solo; ouça

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Conforme já anunciamos há algum tempo, o guitarrista do MÖTLEY CRÜE, MICK MARS, encontra-se no estúdio Blackbird em Nashville, Tennessee [onde reside] produzindo seu primeiro álbum solo sob a batuta do renomado produtor de hard rock MICHAEL WAGENER [DOKKEN, SKID ROW] e com a colaboração do produtor e guitarrista TOMMY HENRIKSEN [WARLOCK, ALICE COOPER] e do vocalista e guitarrista JOHN CORABI, que chegou a ser vocalista do Crüe por dois álbuns: “Mötley Crüe” e “Quaternary”, ambos de 1994.

No começo da noite desse sábado, Mars prometeu revelar algumas amostras do que já gravara ainda no decorrer do dia, e ao cumpri-lo, disponibilizou trechos de duas faixas, “Gimme Blood” e “Shake The Cage”, ambas com Corabi no vocal.

A julgar pelos vídeos que fazem fundo ao streaming das músicas, Mars & Wagener optaram por gravar o projeto de forma analógica, em fita de 2 polegadas e optaram por muito poucos – se algum – plug-ins de computador para se obter o timbre de guitarra, adotando paredões de amplificadores para microfonar o sinal original.

Ao mesmo tempo em que levava ao ar as demos, a página oficial de Mars era atualizada com um logo que pouco depois revelou-se como a possível capa do novo álbum, e que este será lançado pelo selo independente 1313, da propriedade do músico e produtor [além de gerente de produção dos shows do Mötley Crüe] Sam Orion Morris.

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John Corabi, por sua vez, prepara o lançamento de ‘Mötley Crüe 1994’, um combo CD + DVD ao vivo que traz o registro de um show no começo do ano passado na mesma Nashville onde o vocalista executou o álbum homônimo que lançou com a banda de Nikki Sixx, Tommy Lee e Vince Neil na íntegra.

Tanto o CD de Mars como o combo de Corabi ainda não têm data definida para chegar às lojas.

 

 

 

Megadeth: Curioso com saracoteio de Axl, Dave louva ao Mötley Crüe

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O líder do MEGADETH, DAVE MUSTAINE, sempre teve uma relação conturbada com o GUNS N’ ROSES. Apesar de emanarem da mesma vizinhança musical de Los Angeles em meados dos anos 80 e de o guitarrista SLASH ser um confesso fã do músico [e vice-versa, vamos desconsiderar aquele episódio no Rock In Rio de 1991], as críticas de Dave a W. AXL ROSE e IZZY STRADLIN no começo da década de 90 apontavam para uma bruta cisma com o GN’R e o hard rock angeleno como um todo.

Tal discórdia de gêneros pareceu morta quando o Megadeth abriu para o Mötley Crüe na Maximum Rock Tour de 2000 [e gravou o bastante diluído ‘Risk’], e enterrada de vez quando Mustaine declarou recentemente que ‘abrir para o Crüe foi como abrir para o Guns N’ Roses’ e ressaltou a importância do legado da banda.

Ontem à noite, a relação entre os três contemporâneos veio à tona de novo, quando Mustaine – sempre muito solícito a perguntas feitas por fãs – declarou em seu Twitter, ainda sobre a banda de NIKKI SIXX:

_“O EP era bastante ousado para seu tempo! @NikkiSixx e @MotleyCrue mandavam em #Hollywood [e provavelmente sempre mandarão]” [respondendo sobre sua opinião a respeito do grupo; não, também nãos abemos a que EP ele se refere].

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_”Um cara talentoso, sincero, de opinião e talentoso. Eu não acho que @NikkiSixx goste de mim, mas tudo bem. Eu curto o programa de rádio dele. ”

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Depois, um usuário de login @Sorialesmo97 ofertou um ,gif animado de W. Axl Rose do período da turnê promocional dos ‘Use Your Illusion’ [onde ele trocava de roupa mais do que Diana Ross durante os shows] com o controverso vocalista do GN’R saracoteando no palco, ao que Dave respondeu, curioso:

“Quem é esse? ”

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Antes que lotem nossa caixa postal exigindo ver a imagem original, já a postamos abaixo:

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Mötley Crüe: Vince Neil esculacha ‘show’ do Coldplay no Super Bowl

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O vocalista emérito do MÖTLEY CRÜE, VINCE NEIL, estava assistindo ao Super Bowl ontem à noite quando teve o desprazer de contemplar a performance conjunta protagonizada pela cantora BEYONCÉ, o cantor BRUNO MARS e a banda COLDPLAY [aquela quer toca Guilherme Arantes em inglês e muito popular entre homens que sofrem de hipogonadismo] – o que não o impressionou.

Neil – considerado por muitos, desde seu surgimento na cena hard rock como uma espécie de Plácido Domingo do gênero – ficou convencido de que o vocalista da banda, Chris Martin, não somente estava dublando, mas também que estava fracassando no embuste.

Ele usou sua conta ao Twitter para bradar:

“Wow! #Coldplay pior apresentação com LIP SINK [nota: trocadilho de ‘lip synch’, que é dublar, com ‘sink’, do verbo ‘afundar’] que eu JÁ vi!!!”

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Vince retoma as gravações de seu novo álbum solo essa semana, em Las Vegas.

 

 

Mötley Crüe: Banda jamais se reunirá; Vince grava novo CD solo

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Já em turnê com sua banda solo – a VINCE NEIL BAND – o vocalista emérito do MÖTLEY CRÜE, Vince Neil foi entrevistado pelo jornal Southbend Tribune essa semana e comentou sobre o fim das atividades de sua antiga banda como unidade performática ao vivo e seu futuro profissional.

Apesar de o grupo ter acabado há menos de um mês, Neil foi perguntado se ele consegue ver o Mötley Crüe se reunir um dia.

“Nunca”, ele disse. “Já deu. ”

A maioria dos fãs de música pode levar tal declaração como um engodo ou um cinismo a ser desmascarado a médio prazo, dada a quantidade de bandas que juram aposentadoria e voltam à estrada no ano seguinte, mas no caso do Crüe, o grupo assinou um contrato que os impede de sair em turnê de novo.

“Está lá para quem quiser ver. Todos nós assinamos. Já deu”, ele afirma.

Neil se esquivou quando perguntado se os 4 membros do Crüe encerraram suas performances em termos amigáveis: “Saímos andando naquela noite e eu fui direto trabalhar. Foi a última vez que vi qualquer um deles. ”

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O show do dia 31 de dezembro foi filmado para ser lançado esse ano em cinemas, pay-per-view e Blu-ray. O grupo também lançara um boxed set esse ano com muito material inédito.

Como frontman do Mötley Crüe, Neil é indissociável da imagem do grupo e isso o faz acreditar que qualquer pessoa que queira reviver a experiência do Crüe ao vivo deveria ir a seus shows solo.

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“É desse jeito. Eu sou aquele cara. Só não é o Mötley Crüe tocando. ” Neil, cujo último disco colo foi ‘Tattoos and Tequila”, lançado em 2010, está gravando um novo disco solo para ser lançado esse ano.

“Tocamos muita coisa do Mötley e também coisas que o Mötley normalmente não tocava”, ele fala de suas apresentações. “Esses caras são ótimos. Eu posso pedir qualquer música. É muito divertido e tem muita energia. Todo mundo que viu se divertiu muito. ”

A banda de Neil consiste do guitarrista JEFF BLANDO, o baixista DANA STRUM e o baterista ZOLTAN CHANEY.

“Estou com esses caras já faz quase nove anos. Eles todos são ótimos. É uma excelente combinação. É legal e a energia é boa. Nós damos um belo de um show, com certeza. ”

Além de sua carreira musical, Neil tem uma empresa de aviação, ateliers de tatuagem, uma rede de restaurantes e sua própria marca de tequila, a Tres Rios.

 

 

Mötley Crüe: Assista a vídeo em 4.6K de show de despedida

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Assista mais abaixo a um trecho em vídeo de uma das 3 apresentações da série que findou a carreira do MÖTLEY CRÜE como unidade performática em turnê em dezembro passado. O clipe em questão – extraído do show do dia 28 de dezembro no Staples center de Los Angeles – é de autoria do diretor e editor BOBBY HEWITT e filmado com uma filmadora da marca BlackMagic URSA Mini 4.6K. O modelo foi usado para fazer imagens-teste tanto para o desempenho do aparelho em si e também do que deverá ser um ‘showfilme’ sobre a última semana da banda, a ser lançado nos cinemas, PPV e home vídeo ainda esse ano.

Uma URSA Mini 4.6K deverá chegar em breve às lojas dos EUA custando cerca de 5 mil dólares [em torno de 21 mil reais pelo câmbio de hoje].

 

 

 

 

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