Fitas K7: A arte perdida da confecção das próprias capas

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Para os pseudo-audiófilos com problemas de autoafirmação que insistem no valor dos long plays de vinil por causa do elemento ‘pegar aquela capa na mão e ficar lendo o encarte enquanto ouve’, os aficionados por fitas cassete têm um argumento incontestável sobre integração lúdica: quando você produzia suas próprias compilações em fita ou pirateava um vinil ou CD, VOCÊ MESMO PRODUZIA a arte gráfica da mídia.

Um amigo – o notório Paulinho ‘Tropeço’ – era tão caprichoso com suas fitas [na verdade com seus CDs, já que ele os comprava e os gravava em K7 justamente para poder guarda-los e nunca mais reproduzi-los] que fazia uso de letras em cartelas de transfer milimetricamente impressos na etiqueta de modo que tivesse uma coleção impecavelmente uniforme.

Claro, nem todos tinham esse capricho ou se continham tanto na criatividade [vide as fotos abaixo], mas a arte perdida da confecção de capas é um elemento nostálgico que passa batido nas conversas dos saudosistas de hoje em dia. Today’s kids will never know the struggle…

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